quarta-feira, 31 de maio de 2017

19º Força Jovem é celebrado em Pedrão


A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, casamento e área interna

No dia 28 de maio aconteceu o 19º Força Jovem, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Pedrão. Com a nova organização das Foranias da Arquidiocese de Feira de Santana, o evento agora é organizado pela PJ das Foranias 5, 6 e 7. O evento teve como tema: Juventude – Vida e Missão nesse chão. E como lema “Levantem-se e não tenham medo” Mt 17,7.
O encontrão começou no Parque da Jaqueira, com a acolhida aos participantes. A Mística Inicial ficou com as Paróquias das cidades de Coração de Maria e Irará, e em seguida, começou a caminhada pelas ruas da cidade. Nas paradas, a coordenação do evento recordou a história da PJ Arquidiocesana, que faz 25 anos, a história do Força Jovem, e também o cuidado com os biomas, em especial a Caatinga e a Mata Atlântica, presentes em nossa região. Também foi recordado o Ano Nacional Mariano e a importância das Santas Missões Populares.
Chegando na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, a juventude louvou a Deus com a animação do Ministério JCM (Juventude Cristã Missionária), composto por jovens da Paróquia local. Logo após, foi o momento da Santa Missa, presidida por nosso Arcebispo Emérito, Dom Itamar Vian, OFMCap. O mesmo recordou em sua homilia a necessidade da vivência comunitária para a juventude.

Na parte da tarde, foi o momento das apresentações. O Ministério ACD (Aliança com Deus) foi o primeiro que animou a juventude e toda comunidade, já no espaço do Merdado Municipal. Depois as Paróquias de Irará, Santa Bárbara e Pedrão fizeram apresentações relacionadas ao tema. Para falar um pouco do tema e das Santas Missões Populares, a Norma Adorno, membro do COMIDI e também da Paróquia de Pedrão utilizou-se da Sagrada Escritura. Falou da necessidade de termos jovens e toda a comunidade bem formada e com espírito missionário. E a última atração do dia foi Liz Santana e sua banda, que já tradicionalmente anima esse encontro, trazendo músicas pjoteiras e populares. Por fim, a coordenação arquidiocesana fez os agradecimentos e deu a benção de envio. Fica aqui o nosso agradecimento a toda equipe da PJ Paroquial, que nos acolheu e fez acontecer esse belo evento, bem como a todas as Paróquias que também contribuíram de alguma forma. 
A imagem pode conter: 1 pessoa, multidão e área interna

Com informações de Erik Nascimento, pela coordenação do 19º Força Jovem e Coordenação Arquidiocesana

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Riqueza e diversidade das Igrejas Cristãs devem ser motivos para união



A riqueza e a diversidade das Igrejas Cristãs devem ser motivos para aproximar as diferentes denominações religiosas e não distanciá-las. Essa é a mensagem central do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs (Conic) por ocasião da Semana Nacional de Oração pela Unidade Cristã (SOUC), celebrada de 28 de maio a 4 de junho.
Este ano, a semana conclama a todos os cristãos, de todas as denominações, à unidade. Com o tema “Reconciliação: é o amor de Cristo que nos move – Celebração do 500º Aniversário da Reforma”, a iniciativa é promovida pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil e acontece entre os dias 28 de maio e 04 de junho.
A semana ecumênica também relembra os 500 anos da Reforma Protestante iniciada por Lutero, em 1517, na Alemanha. Em carta divulgada para a ocasião, as Igrejas-membro do Conic destacam, em relação à temática proposta, que o amor de Cristo desperta a reconciliação e que as diferentes formas de expressar a fé em Jesus Cristo são riquezas. No documento, os membros do Conic destacam que a reforma não foi um evento histórico isolado. Ela ocorreu em um contexto de muita efervescência social, política e religiosa.
“O movimento da Reforma não foi isento de conflitos e extremismos religiosos, causados pelos lados envolvidos. É justamente por causa desses conflitos que a palavra reconciliação torna-se central ao refletirmos sobre estes 500 anos”, diz o texto assinado pela Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia, Igreja Anglicana, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e Igreja Presbiteriana Unida do Brasil.
Reconciliação e perdão mútuos
Para dom Francisco Biasin, bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-Religioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Reconciliação é a palavra da Escritura que inspira atitudes concretas de perdão mútuo, de purificação da memória e de instauração de um novo tempo de diálogo, colaboração e testemunho de fraternidade em vista da unidade plena em Cristo.

O bispo lembra que no Brasil, além do Conic, é muito atuante a CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviço) que, como diz o nome, coordena e gerencia serviços de promoção humana e defesa da vida em todas as Igrejas cristãs, através de projetos sustentados com recursos vindos do Brasil e do exterior.
A SOUC é um exercício prático do ecumenismo, uma oportunidade a mais para que as igrejas abordem a questão da reconciliação entre as diferentes denominações cristãs, focando na riqueza e na diversidade que há em cada uma delas e, ao mesmo tempo, conclamando para a necessidade de uma união mais plena.
Segundo o assessor da Comissão para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Marcus Barbosa, a Semana deseja destacar, neste ano de comemoração dos 500 anos da Reforma, a celebração do amor e da graça de Deus por todos. “Amor e graça que nos impulsiona à unidade, à misericórdia, ao diálogo e à diversidade reconciliada”, afirma.
Ainda de acordo com ele, diante das subsequentes e profundas divisões que afligiram à Igreja, a SOUC “é uma oportunidade extraordinária para abertamente assumir as culpas pela divisão entre os cristãos e buscar dar mais alguns passos concretos na direção da reconciliação”, completa o assessor.
Oferta da SOUC – A oferta da SOUC simboliza o comprometimento das pessoas com o ecumenismo. É uma forma concreta de mostrar que se acredita na unidade dos cristãos. Os frutos das ofertas doadas ao longo da Semana são distribuídos, anualmente, da seguinte maneira: 40% para a representação regional do Conic (onde houver), que é destinado a subsidiar reuniões e atividades ecumênicas locais, e 60% para o Conic Nacional, para projetos de maior alcance.
Vale lembrar que a oferta faz parte da celebração, logo, é recomendado que se faça no momento da liturgia. Ofertas também poderão ser recolhidas nos encontros temáticos, durante a Semana. Para outras informações, assim como as contas para depósito, acesse o site do conic: www.conic.org.br
Subsídios – Preparados pela Comissão Ecumênica Alemã, país considerado um dos berços da Reforma, os cadernos da SOUC já podem ser encomendados. No Brasil, o material foi adaptado pelo regional do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) no Rio Grande do Norte. Quem quiser adquirir o material (que é pago), basta encaminhar um e-mail para: conic@conic.org.br. Para baixar o cartaz da Semana, clique aqui!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Nota da CNBB sobre o momento nacional - Pela Ética na Política


Bispos recordam Constituição Federal: “é dever de todo servidor público, principalmente os que detêm elevadas funções, manter conduta íntegra” (Art. 37)

Os membros da Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), emitiram na manhã desta sexta-feira, 19 de maio, uma Nota Oficial com o título “Pela Ética na Política” na qual afirmam que a Conferência está “unida aos bispos e às comunidades de todo o país” e acompanha “com espanto e indignação” as graves denúncias de corrupção política acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal.
Na Nota, os bispos afirmam que “tais denúncias exigem rigorosa apuração, obedecendo-se sempre as garantias constitucionais. Apurados os fatos, os autores dos atos ilícitos devem ser responsabilizados. A vigilância e a participação política das nossas comunidades, dos movimentos sociais e da sociedade, como um todo, muito podem contribuir para elucidação dos fatos e defesa da ética, da justiça e do bem comum”.
“Além disso, é necessário que saídas para a atual crise respeitem e fortaleçam o Estado democrático de direito. Pedimos às nossas comunidades que participem responsável e pacificamente da vida política, contribuam para a realização da justiça e da paz e rezem pelo Brasil”, concluem os membros da Presidência.
Leia a Nota:
Brasília-DF, 19 de maio de 2017
P – Nº 0291/17

Pela Ética na Política
Nota da CNBB sobre o Momento Nacional

“O fruto da justiça é semeado na paz” (Tg 3,18)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, por meio de sua Presidência, unida aos bispos e às comunidades de todo o país, acompanha, com espanto e indignação, as graves denúncias de corrupção política acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo a Constituição, Art. 37, é dever de todo servidor público, principalmente os que detêm elevadas funções, manter conduta íntegra, sob pena de não poder exercer o cargo que ocupa.
Tais denúncias exigem rigorosa apuração, obedecendo-se sempre as garantias constitucionais. Apurados os fatos, os autores dos atos ilícitos devem ser responsabilizados. A vigilância e a participação política das nossas comunidades, dos movimentos sociais e da sociedade, como um todo, muito podem contribuir para elucidação dos fatos e defesa da ética, da justiça e do bem comum.
A superação da grave crise vivida no Brasil exige o resgate da ética na política que desempenha papel fundamental na sociedade democrática. Urge um novo modo de fazer política, alicerçado nos valores da honestidade e da justiça social. Lembramos a afirmação da Assembleia Geral da CNBB: “O desprezo da ética leva a uma relação promíscua entre os interesses públicos e privados, razão primeira dos escândalos da corrupção”.
Recordamos também as palavras do Papa Francisco: “Na vida pública, na política, se não houver a ética, uma ética de referimento, tudo é possível e tudo se pode fazer” (Roma, maio de 2013). Além disso, é necessário que saídas para a atual crise respeitem e fortaleçam o Estado democrático de direito.
Pedimos às nossas comunidades que participem responsável e pacificamente da vida política, contribuam para a realização da justiça e da paz e rezem pelo Brasil.
Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, nos ajude a caminhar com esperança construindo uma nova sociedade.
Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. Ramos Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

domingo, 14 de maio de 2017

PJ da Arquidiocese de Feira de Santana realiza 2ª etapa da Escola da Juventude

A imagem pode conter: 19 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé, pessoas sentadas e área interna
Aconteceu entre os dias 05 e 07 de maio a 2ª etapa da Escola da Juventude Dom Hélder Câmara deste ano. A formação foi mais uma vez realizada na Chácara Santo Inácio, em Feira de Santana. Na sexta pela noite foi o momento de começar as atividades com a mística inicial.
No sábado pela manhã se começou com a reza do Ofício Divino da Juventude. Logo em seguida foi o momento de fazer a formação sobre Segundo Testamento, com Márcio Oliveira (professor da Faculdade Católica e militante da pastoral). O mesmo trouxe muitas novidades e de forma dinâmica, mostrou chaves para se entender os textos bíblicos.
No sábado à tarde, a formação foi sobre História da PJ, com Cristiam Machado (articulador da Forania 7), que trouxe a memória da Pastoral da Juventude a nível nacional e também diocesano.
No finalzinho da tarde, o padre Avelino Brugos presidiu a santa missa para os pjoteiros. Padre Avelino recordou a celebração do Bom Pastor, e nos rememorou também a função que temos enquanto pastoral: de ajudar nos pastoreio de Cristo, junto aos jovens. O sábado à noite fechou as atividades deste dia com a noite cultural, trazendo muito forró pé-de-serra e quadrilha, com a animação de Liz e sua banda.  
No domingo, começaram-se os trabalhos com o ofício divino, e logo após, José Conceição (militante da PJR e formador das SMP) falou aos pjoteiros sobre Missão da Igreja, a partir dos textos bíblicos. Disse para todos como é importante fazer a Missão que Jesus nos pede, acima de qualquer ideia pessoa ou de grupo. Finalizando com uma breve mística, fechamos os trabalhos de mais esta proveitosa etapa de formação diocesana.

Com informações de Erik Nascimento, pela coordenação da Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Feira de Santana

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Bispos do Brasil enviam mensagem aos trabalhadores e trabalhadoras



Foi divulgada na tarde desta quinta, 27 de abril, segundo dia da 55º Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), uma mensagem do episcopado ‘Aos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil’, por ocasião do dia 1º de maio. A nota, que foi aprovada unanimemente por todos os bispos presentes na assembleia, trata do momento político pelo qual passa o Brasil e envia uma mensagem de ânimo e esperança aos trabalhadores brasileiros, em especial aqueles que na atual conjuntura vive o desemprego, e encoraja o povo à organização democrática e movimentações pacífica em defesa dos direitos dos trabalhistas.
Confira a nota na íntegra:
AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL
MENSAGEM DA CNBB
“Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho” (Jo 5,17)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida – SP, em sua 55ª Assembleia Geral Ordinária, se une aos trabalhadores e às trabalhadoras, da cidade e do campo, por ocasião do dia 1º de maio. Brota do nosso coração de pastores um grito de solidariedade em defesa de seus direitos, particularmente dos 13 milhões de desempregados.
O trabalho é fundamental para a dignidade da pessoa, constitui uma dimensão da existência humana sobre a terra. Pelo trabalho, a pessoa participa da obra da criação, contribui para a construção de uma sociedade justa, tornando-se, assim, semelhante a Deus que trabalha sempre. O trabalhador não é mercadoria, por isso, não pode ser coisificado. Ele é sujeito e tem direito à justa remuneração, que não se mede apenas pelo custo da força de trabalho, mas também pelo direito à qualidade de vida digna.
Ao longo da nossa história, as lutas dos trabalhadores e trabalhadoras pela conquista de direitos contribuíram para a construção de uma nação com ideais republicanos e democráticos. O dia do trabalhador e da trabalhadora é celebrado, neste ano de 2017, em meio a um ataque sistemático e ostensivo aos direitos conquistados, precarizando as condições de vida, enfraquecendo o Estado e absolutizando o Mercado. Diante disso, dizemos não ao “conceito economicista da sociedade, que procura o lucro egoísta, fora dos parâmetros da justiça social” (Papa Francisco, Audiência Geral, 1º. de maio de 2013).
Nessa lógica perversa do mercado, os Poderes Executivo e Legislativo reduzem o dever do Estado de mediar a relação entre capital e trabalho, e de garantir a proteção social. Exemplos disso são os Projetos de Lei 4302/98 (Lei das Terceirizações) e 6787/16 (Reforma Trabalhista), bem como a Proposta de Emenda à Constituição 287/16 (Reforma da Previdência). É inaceitável que decisões de tamanha incidência na vida das pessoas e que retiram direitos já conquistados, sejam aprovadas no Congresso Nacional, sem um amplo diálogo com a sociedade.
Irmãos e irmãs, trabalhadores e trabalhadoras, diante da precarização, flexibilização das leis do trabalho e demais perdas oriundas das “reformas”, nossa palavra é de esperança e de fé: nenhum trabalhador sem direitos! Juntamente com a Terra e o Teto, o Trabalho é um direito sagrado, pelo qual vale a pena lutar (Cf. Papa Francisco, Discurso aos Movimentos Populares, 9 de julho de 2015).
Encorajamos a organização democrática e mobilizações pacíficas, em defesa da dignidade e dos direitos de todos os trabalhadores e trabalhadoras, com especial atenção aos mais pobres.
Por intercessão de São José Operário, invocamos a benção de Deus para cada trabalhador e trabalhadora e suas famílias.
Aparecida, 27 de abril de 2017.

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB
Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ
Arcebispo São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB