quarta-feira, 22 de novembro de 2017

PJ da Arquidiocese de Feira realiza formatura da Escola da Juventude 2017

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Aconteceu no fim de semana de 17 a 19 de novembro, a 5ª e última etapa da Escola da Juventude Dom Hélder Câmara no ano de 2017. Mais uma vez a formação foi dada na Chácara Santo Inácio, em Feira de Santana.

Na sexta feira, a Mística Inicial foi conduzida pela Ir. Lilian Maria. No sábado, as atividades se iniciaram foi o Ofício Divino da Juventude. A formação de todo o sábado foi facilitada pela Ir. Joselene Linhares, que na parte da manhã falou sobre Documentos da Igreja, trazendo em especial a Encíclica do Papa Francisco Evangelii Gaudium. Documento este que traz inúmeras motivações pastorais à nossas comunidades, e também à juventude. Na parte da tarde, a Irmã Joselene facilitou a temática Análise de Conjuntura, trazendo elementos na perspectiva juvenil.

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O sábado à noite foi o momento da Formatura da Turma 2017 da Escola da Juventude Dom Hélder Câmara. Esse momento foi conduzido pela Camila Dias, da equipe de coordenação arquidiocesana da PJ. A estudante da EJ, Jamile Silva publicizou o texto organizado pelos formandos, trazendo elementos que marcaram a todos durante as 5 etapas deste ano. Em seguida, os pjoteiros receberam seus certificados e também anéis de tucum de seus padrinhos/madrinhas. Momento de rememorar o compromisso com os pobres e os jovens. Logo após, a Tâmara Nunes conduziu a oração do Credo da Juventude, que foi realizada pelos formandos, padrinhos/madrinhas. Por fim, foi tirada a foto oficial da EJ 2017, cantada a música da turma (Tocando em Frente) e partilhado o bolo.

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O domingo começou com a Santa Missa, na Igreja Todos os Santos, que foi presidida pelo Padre Paulino SJ. Voltando á plenária, os pjoteiros/as recordaram as etapas de formação neste ano de 2017, com a condução de Erik Nascimento, e a colaboração da Larissa Aragão, membros da coordenação arquidiocesana da PJ. Foram dados os avisos, com algumas datas para o ano de 2018. A própria Larissa fez a oração de envio a todos e encerrou os trabalhos neste ano.

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Com informações de Erik Nascimento, pela coordenação da Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Feira de Santana


domingo, 19 de novembro de 2017

Coisa de negro: suor de cada dia, peso do trabalho, mãos tomadas de calos


Coisa de negro: suor de cada dia, peso do trabalho, mãos tomadas de calos


No contexto do dia dedicado à Consciência Negra e de fatos preconceituosos expostos nas redes sociais, o arcebispo de Feira de Santana (BA) e referencial da Pastoral Afro-Brasileira, dom Zanoni Demettino Castro, convidou em artigo à reflexão sobre a vida, a fé, a cultura e a tradição do povo brasileiro afrodescendente.
Dom Zanoni parafraseou a canção “Canto Gemido”, do padre Valmir Neves, de Itapetinga (BA), para ressaltar o que é, realmente, “coisa de negro”:
“O suor de cada dia, o peso de nosso trabalho, as mãos tomadas de calos, coisa de negro. O que faço não é certo. Meu grito nunca fez eco. Senhor sou negro. E não nego. Venho ofertar minha dor. Senhor meu canto gemido. Dele nunca vou esquecer. Entre salmos e benditos. Venho vos oferecer”

Recordando o Documento de Aparecida, o arcebispo salienta a constatação da V Conferência do Episcopado Latino-Americano e Caribenho, em Aparecida, no ano de 2007, de que a história dos afrodescendentes “tem sido atravessada por uma exclusão social, econômica, política e, sobretudo, racial, onde a identidade étnica é fator de subordinação social”. Para ele, embora o contexto atual não admita etnocentrismos, xenofobismos e preconceitos, os afrodescendentes “são discriminados na inserção do trabalho, na qualidade e conteúdo da formação escolar, nas relações cotidianas”. Para dom Zanoni, as consequências dos 300 anos de escravidão ainda não foram suficientemente reparadas.
Ainda citando o documento de Aparecida, dom Zanoni revela que há “um processo de ocultamento sistemático dos valores, da história e da cultura dos afrodescendentes”. Neste sentido, a Pastoral Afro-Brasileira tem colocado em pauta essas realidades. No dia 4 deste mês, aconteceu a 21ª Romaria das Comunidades Negras ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Na ocasião, os agentes refletiram sobre o extermínio de jovens negros, a presença do negro, da negra e da Pastoral Afro-brasileira na Igreja, além da garantia do comprometimento na continuidade do trabalho.
Os eventos e espaços também são aproveitados para mostrar a identidade negra e celebrar nas respectivas culturas, assim como fortalecer a caminhada conjunta com outras organizações contra a desigualdade, a discriminação e o racismo, a intolerância religiosa, a exclusão dos direitos dos negros e negras nas periferias.
A reflexão proposta por dom Zanoni, a partir da canção e do documento de Aparecida, deve favorecer o aprofundamento com vistas ao o IX Congresso Nacional das entidades negras católicas (Conenc), que acontecerá de 18 a 21 de janeiro de 2018, em Maringá (PR), e o XIV Encontro de Pastoral Afro-americana (EPA), em Cali, na Colômbia.
O encontro continental será celebrado de 15 a 19 de julho de 2018 com o tema “Espiritualidade cristã afro-americana e os desafios do século XXI” e o lema “Nossa espiritualidade, força transformadora da realidade”. O objetivo é chegar a uma síntese de quase quatro décadas de caminhada em um mundo cada vez mais desafiante. A reflexão, de acordo com os organizadores, será feita a partir da própria essência da identidade cultural e na fé em Jesus Cristo, “caminho, verdade e vida” (Jo 14,6).
Visibilidade na Igreja no Brasil
O membro da Pastoral Afro-brasileira e da secretaria de Pastoral Afro-americana, padre Jurandyr Azevedo Araújo, ressalta que, na Igreja no Brasil, a Pastoral Afro é aceita em suas estruturas de serviço e recebe um novo alento através do texto de estudo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) número 85. “Esse espaço conquistado pelos Afro-brasileiros enriquece o catolicismo com sua forma de expressar a sua fé nas manifestações da religiosidade popular e nas celebrações inculturadas. Assim, o povo negro ressuscita sua memória histórica, sua autoestima, sua cultura, enfim, sua identidade”, afirma.

Padre Jurandyr ainda sinaliza que os principais documentos da Igreja no Brasil registram o clamor do povo negro e que os negros e negras estão mais envolvidos nas diversas dimensões da vida e missão da Igreja, procurando conhecer e estimar o dom de Deus presente na negritude. Exemplos deste envolvimento é o secretariado de Pastoral Afro-brasileira; o Grupo Atabaque; a caminhada dos Conencs; as Romarias das Comunidades Negras; o Instituto Mariama, que conta com bispos, padres, diáconos, religiosos e leigos, estudantes, exercitando a inteligência e o coração, para proclamar as maravilhas de Deus; o Grupo de Educadoras Negras; o Encontro de Pastoral Afro-americano e os diversos subsídios produzidos pela Pastoral Afro-brasileira. “Hoje é possível contemplar muitas iniciativas beneméritas de conhecimento, estudo, estima e defesa dos valores do povo negro”, enaltece.
Instituído pela lei 12.519, de 10 de novembro de 2011, o Dia da Consciência Negra é data do falecimento do líder negro Zumbi dos Palmares. Mesmo com a fixação no calendário oficial, desde a década de 1970 são realizadas celebrações e mobilizações no sentido de reflexão sobre o preconceito, homenagens aos afro-brasileiros, reconhecimento do fenômeno da eclosão do movimento de “consciência negra” no País, além de oferta de oportunidade de reflexão sobre suas origens, história e heróis.
Fonte: CNBB / Arquidiocese de Feira de Santana

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

CNPJ e CRPJ do Regional Noroeste se reúnem em Rio Branco/AC

O início de novembro ganhou gosto especial para alguns jovens que aterrissaram em solo acreano. Vindos de todas as regiões do Brasil, a Coordenação Nacional (CN), Coordenação Regional (CR), Comissão Regional (CRA) e Nacional de Assessores (CNA), e o bispo referencial da juventude no Regional Noroeste, dom Benedito (Guajará-Mirim – Rondônia), se reuniram em Rio Branco, Acre, na chácara da Conferência das Religiosas do Brasil, entre os dias 2 e 5.
Não faltaram partilhas, sonhos e construções coletivas nesse período. Em reuniões paralelas cada coordenação rezou, refletiu e achou caminhos para pautas internas. A CR, representada por cinco das sete [arqui]dioceses do Regional Noroeste iniciou a preparação para a Assembleia Regional da Pastoral da Juventude (ARPJ) que será realizada de 1º a 3 de junho de 2018, além de se apropriarem ainda mais da construção do Encontro Nacional da Pastoral da Juventude (ENPJ).
O encontro dos coordenadores regionais também serviu para partilhar a realidade da caminhada em suas [arqui]dioceses e viabilizar novas formas de trabalho entre a CR. Valéria Santana, assessora regional da PJ, destaca a importância do contato pessoal nesse processo. “No momento em que a gente além de se ouvir, além de ler, a gente também se toca e se vê, o sentido passa a ser ainda mais amplo e mais bonito. Conseguimos perceber o Encontro sendo construído e encaminhado”.“A reunião CR e CN foi imprescindível para fazer a gente se aproximar e se apropriar ainda mais do Encontro Nacional, que vai receber tantos jovens com tantas experiências de Pastoral da Juventude”, pontuou o coordenador da PJ na Diocese de Ji-Paraná/Rondônia, Maycon Lucas da Silva.
Coordenação e assessoria nacional com o bispo diocesano dom Joaquín (Foto: Arquivo Pessoal).
Coordenação e assessoria nacional com o bispo diocesano dom Joaquín (Foto: Arquivo Pessoal).
Para Valéria, a capital do Acre se tornará uma grande casa de acolhida na mística que receberá os e as jovens vindos/as de todos os regionais. “Isso que é bonito. Fazer de Rio Branco e fazer do Regional o melhor lugar para se acolher, uma tenda em que a juventude de todo o Brasil vai poder rezar junta”, finaliza.
Já no encontro da CN e CNA o debate também girou em torno da caminhada a partir dos eixos da Ampliada Nacional no Crato/Ceará, de janeiro deste ano. Em um segundo momento, no encontro entre as coordenações e assessorias, todos puderam ampliar o olhar sobre a preparação do ENPJ. A visita do bispo diocesano dom Joaquín Pertiñez também serviu para avaliar o processo que está sendo construído e encorajar os organizadores.
O secretário nacional da PJ, Davi Rodrigues, considera que toda a reunião em Rio Branco foi essencial para entender que o Encontro Nacional já está acontecendo. “Faltam poucos meses para o Encontro Nacional, encontro esse que já está acontecendo na vida de muitos jovens que estão nas equipes de trabalho e também por todo o Brasil no preparar-se para suas viagens até o Acre”, disse.
Reunião com as equipes de trabalho (Foto: Larissa Oliveira)
Reunião com as equipes de trabalho (Foto: Larissa Oliveira)
Na oportunidade as coordenações e assessorias também se reuniram com os referenciais locais das equipes de trabalho, no local que sediará o Encontro, a Universidade Federal do Acre (Ufac). Os jovens mostraram toda dedicação e ousadia de quem está fazendo de maneira profética o Encontro Nacional acontecer. E na bagagem daqueles que chegaram como visita, cada um/a levou a esperança de em breve estarem de volta para celebrarem a Festa do Bem Viver em sua nova casa.
Fonte: Pastoral da Juventude Nacional

terça-feira, 31 de outubro de 2017

DNJ 2017: 25 anos de história são celebrados em Santanópolis

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Aconteceu no último domingo (29) o Dia Nacional da Juventude da Arquidiocese de Feira de Santana, com a presença de diversas das identidades juvenis desta Igreja Particular, na Paróquia Senhor do Bonfim, em Santanópolis. A data recordou os 25 anos do próprio DNJ e também da Pastoral da Juventude na Arquidiocese de Feira de Santana.
A programação começou com a oração na entrada da cidade, conduzida por Padre Cláudio (pároco em Santanópolis), Cristiam Machado e equipe local, recordando a temática “Juventudes em defesa da Vida dos Povos e da Mãe Terra”. Em seguida se deu a caminhada, animada pela Banda Som de Vida, pertencente à Paróquia de Santanópolis. Na parada da caminhada, o José Íris, da cidade de Ouriçangas fez a memória dos 25 anos de DNJ e PJ na Arquidiocese. Recordou o Padre Miguel, missionário que iniciou a articulação tanto do evento, como da pastoral.
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Chegando ao espaço do Ginásio de Esportes a Banda Akua Viva recepcionou os jovens com muita animação. Durante todo o evento, especialmente no Ginásio, a Camila Dias e o José Conceição estiveram na condução dos trabalhos, como animadores. Em seguida foi o momento de apresentação do Setor Juventude. Nesse momento, jovens de várias identidades juvenis montaram um quebra cabeça com a logo do Setor Juventude. Momento marcante foi  a entrada da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, que ficou durante todo o evento. Para refletir sobre a temática do DNJ 2017 (Juventudes em defesa da Vida dos Povos e da Mãe Terra), foi convidada a Vandalva, que atua no Movimento de Organização Comunitária (MOC) e que já passou pela Pastoral da Juventude e diversas outras organizações eclesiais. Ainda pela manhã, o grupo teatral Renascer fez uma apresentação de acordo com a iluminação bíblica do DNJ: "Os humildes herdarão a Terra". Em seguida, foi celebrada a Santa Missa, com a presidência de Padre João, vigário da Forania 7 (São João), que representou o arcebispo Dom Zanoni. Também estiveram presentes os padres Jonilson (referencial do Setor Juventude), Cláudio, Gerson, João Carlos e o Diácono Tatai. Importante ressaltar a presença dos seminaristas dos Seminários Maior e Menor no DNJ 2017. Durante o evento, também se fizeram presentes muitos outros sacerdotes, religiosos e religiosas, e lideranças leigas de nossa Arquidiocese.
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No período da tarde foi o momento das apresentações das bandas. A Banda Akua Viva, de Feira de Santana começou a animação nesse turno. Em seguida foi realizada uma apresentação de dança com jovens de Santanópolis. Logo após a Banda Manto Azul (da cidade de Conceição do Coité) se apresentou pela primeira vez no DNJ da Arquidiocese de Feira de Santana, e entusiasmou a toda juventude presente. E para fechar esse grande evento, a Liz e sua banda animaram a juventude com músicas pjoteiras entre outras, e ainda cantaram os parabéns para o DNJ e Pastoral da Juventude. Por fim, os padres Jonilson e Cláudio deram a benção final e encerraram o DNJ 2017.
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Com informações de Erik Nascimento, pela coordenação arquidiocesana da PJ

sábado, 28 de outubro de 2017

Pastoral da Juventude realizou formações sobre a temática do DNJ 2017 nas Foranias

A Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Feira de Santana se preparou para o DNJ 2017 a partir de formações em cada Forania sobre a temática (Juventudes em defesa da vida dos Povos e da Mãe Terra) e dos encontros com o subsídio em cada grupo de jovens e Paróquia. 

A primeira formação aconteceu no dia 23 de setembro na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Conceição da Feira, Forania 5 (São Marcos). A facilitação ficou com José Conceição, militante da PJR. 

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A segunda formação foi realizada no dia 07 de outubro, com os jovens da Paróquia Nossa Senhora da Purificação dos Campos, em Irará (Forania 6, São Lucas). A assessoria ficou por conta de Ir. Lilian Maria.
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No dia 8 de outubro a formação foi realizada junto a PJ das Paróquias da Forania 4 (São Mateus). O evento foi realizado na comunidade de Santo Estevão Velho, da Paróquia Nossa Senhora do Resgate das Umburanas (Antônio Cardoso). A assessoria temática foi da Irmã Joselene Linhares.

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No dia 15 de outubro a formação aconteceu com os jovens da PJ da Paróquia Cristo Redentor, em Feira de Santana. A facilitação foi de Pedro Melo, pjoteiro da Diocese de Cruz das Almas.


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Por fim, as formações aconteceram na Paróquia Senhor do Bonfim, em Santanópolis (sede do DNJ 2017) com a articulação da Paróquia e PJ locais. O enfoque foi na encíclica do Papa Francisco, a Laudato Sí, sobre o cuidado da Casa Comum. https://www.facebook.com/erikjnc/videos/1706240442742864/

Agora é se preparar para celebrar a vida da juventude nesse domingo: 25 anos de Dia Nacional da Juventude em nossa Igreja Particular! 25 anos de Pastoral da Juventude na Arquidiocese de Feira de Santana! 

Com informações de Erik Nascimento, pela coordenação arquidiocesana da Pastoral da Juventude

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Bispos repudiam Portaria nº 1.129 do Ministério do Trabalho do Governo Federal


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O Conselho Permanente da CNBB, reunido em Brasília, de 24 a 26 de outubro, emitiu nota oficial repudiando com veemência a Portaria 1129 do Ministério do Trabalho considerando que ela elimina proteções legais contra o trabalho escravo.
A agência de notícias do Governo Federal, a agência Brasil (AB), explicou o caso da seguinte forma: “Há uma semana, o Ministério do Trabalho publicou no Diário Oficial da União (DOU) a Portaria 1.129, assinada pelo ministro Ronaldo Nogueira, na qual dispõe sobre os conceitos de trabalho forçado, jornada exaustiva e condições análogas de escravo, com o objetivo de disciplinar a concessão de seguro-desemprego a pessoas libertadas”.
A Portaria, segundo a AB, “além de acrescentar a necessidade de restrição da liberdade de ir e vir para a caracterização da jornada exaustiva, por exemplo, a portaria também aumentou a burocracia da fiscalização e condicionou à aprovação do ministro do Trabalho a publicação da chamada lista suja, com os nomes dos empregadores flagrados reduzindo funcionários a condição análoga à escravidão”. A portaria gerou reações contrárias de entidades como a Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).
A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar (decisão provisória) na terça-feira, 24 de outubro, suspendendo os efeitos da Portaria. Segundo a AB, “A decisão da ministra foi dada em uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) aberta pela Rede na semana passada. Rosa Weber acatou os argumentos do partido de que a referida portaria abre margem para a violação de princípios fundamentais da Constituição, entre eles, o da dignidade humana, o do valor social do trabalho e o da livre inciativa”.
A Nota da CNBB é assinada pela Presidência e foi apresentada numa Entrevista Coletiva nesta quinta-feira, 26 de outubro, na sede provisória da Conferência, na Asa Norte, em Brasília (DF).
Leia a Nota.
NOTA DA CNBB SOBRE O TRABALHO ESCRAVO
“O Espírito do Senhor me ungiu para dar liberdade aos oprimidos” (cf. Lc 4, 18-19)

Reunido em Brasília-DF, nos dias 24 a 26 de outubro de 2017, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB manifesta seu veemente repúdio à Portaria 1129 do Ministério do Trabalho, publicada no Diário Oficial da União de 16/10/2017. Tal iniciativa elimina proteções legais contra o trabalho escravo arduamente conquistadas, restringindo-o apenas ao trabalho forçado com o cerceamento da liberdade de ir e vir. Permite, além disso a jornada exaustiva e condições degradantes, prejudicando assim a fiscalização, autuação, penalização e erradicação da escravidão por parte do Estado brasileiro.
Como nos recorda o Papa Francisco, “hoje, na sequência de uma evolução positiva da consciência da humanidade, a escravatura – delito de lesa-humanidade – foi formalmente abolida no mundo. O direito de cada pessoa não ser mantida em estado de escravidão ou servidão foi reconhecido, no direito internacional, como norma inderrogável” (Papa Francisco, Dia Mundial da Paz, 1º de janeiro de 2015). Infelizmente, esse flagelo continua sendo uma realidade inserida no tecido social. O trabalho escravo é um drama e não podemos fechar os olhos diante dessa realidade.
A desumana Portaria é um retrocesso que, na prática, faz fechar os olhos dos órgãos competentes do Governo Federal que têm a função de coibir e fiscalizar esse crime contra a humanidade e insere-se na perversa lógica financista que tem determinado os rumos do nosso país. Essa lógica desconsidera que “o dinheiro é para servir e não para governar” (Evangelii Gaudium, 58). O trabalho escravo é, hoje, uma moeda corrente que coloca o capital acima da pessoa humana, buscando o lucro sem limite (cf. Papa Francisco, Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, 2014).
Nosso País no qual, por séculos, vigorou a chaga da escravidão de modo legalizado, tem o dever de repudiar qualquer retrocesso ou ameaça à dignidade e liberdade da pessoa humana. Reconhecendo a importância da decisão liminar no Supremo Tribunal Federal que suspende essa Portaria da Escravidão e somando-nos a inúmeras reações nacionais e internacionais, conclamamos a sociedade a dizer mais uma vez um não ao trabalho escravo.
Confiamos a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, a proteção de seus filhos e filhas, particularmente os mais pobres.
Brasília, 26 de outubro de 2017
Cardeal Sergio da Rocha/ Presidente
Dom Murilo S. Krieger / Vice-Presidente
Dom Leonardo U. Steiner / Secretário-Geral

terça-feira, 17 de outubro de 2017

CPT critica novo decreto de "combate" ao trabalho escravo

A Comissão Pastoral da Terra (CPT), entidade ligada à Igreja Católica engajada no combate ao trabalho escravo e aos conflitos no campo, criticou a portaria divulgada pelo governo segunda-feira (16/10), com novas regras para o combate à escravidão contemporânea. Segundo a CPT, a norma "acaba" com o livre exercício do Estado na fiscalização e punição desse tipo de crime.
Na prática, o decreto modifica a definição de trabalho escravo e deixa nas mãos do ministro a inclusão de empresas na chamada "lista suja", que engloba aqueles que desrespeitam os direitos trabalhistas.
Segundo o texto, publicado no Diário Oficial da União, apenas poderá ser considerada escravidão a submissão do trabalhador sob ameaça de castigo, a proibição de transporte obrigando ao isolamento geográfico, a vigilância armada para manter o trabalhador no local de trabalho e a retenção de documentos pessoais.
A Comissão Pastoral da Terra lamenta as mudanças em conceitos ligados à caracterização do trabalho escravo, como a que vincula a jornada exaustiva e o trabalho degradante ao impedimento de locomoção do trabalhador.  
Também a Organização Internacional do Trabalho (OIT) manifestou "preocupação" pelas mudanças em torno da definição e da fiscalização contra o trabalho escravo no Brasil, informou Antônio Rosa, representante da entidade em Brasília.
"O Brasil, a partir de hoje, deixa de ser referência no combate à escravidão que estava sendo na comunidade internacional", disse Rosa, que é coordenador do Programa de Combate ao Trabalho Escravo da OIT no país. O decreto estabelece um conceito "condicionado à situação de liberdade, e não é assim no mundo, a escravidão moderna não é caracterizada assim", lamentou.
Em Nota Pública, a CPT, através de sua Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo, e a Comissão Episcopal Pastoral Especial de Enfrentamento ao Tráfico Humano da CNBB, se manifestam sobre a Portaria do Ministério do Trabalho que "numa só canetada, elimina os principais entraves ao livre exercício do trabalho escravo tais quais estabelecidos por leis, normas e portarias anteriores". 

Confira a íntegra da nota, publicada em 16 de outubro de 2017.

Com informações da Rádio Vaticano

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Mensagem Final da Ampliada das CEBs NE3 em Livramento de Nossa Senhora/BA



Chegamos em Livramento cinquenta e oito pessoas representantes de quinze dioceses e arquidioceses (Jequié, Vitória da Conquista, Caetité, Camaçari, Livramento, Alagoinhas, Feira de Santana, Irecê, Rui Barbosa, Juazeiro, Serrinha, Barra, Bom Jesus da Lapa, Ilhéus e Salvador), com as presenças de D. Itamar Vian, bispo referencial das CEBs (Arquidiocese de Feira de Santana) e D. Armando Bucciol (Diocese de Livramento) e de membros da CPT, Pastoral da Juventude e do Conselho Nacional de Leigos do Brasil – CNLB, para refletir sobre nossa conjuntura política e social e nosso papel perante aos desafios que nos são impostos frente à atual crise que assola nosso país. No campo e na cidade, na vida das CEBs, sermos protagonistas, este foi o chamado.
Antes do crepúsculo quente do dia 06 de outubro, iniciamos os trabalhos cheias e cheios de esperança e assim seguimos durante os dias deste nosso Encontro, vimos que o exemplo de Jesus ungido, encarnado e vindo ao mundo, é nosso grande motivo para construir uma Igreja em saída, uma Igreja cujo campo de ação é o mundo, exortadas e exortados pela Palavra que diz: “Eu vi e ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo” (Ex. 3,7). Assim, nossa ação evangelizadora e transformadora, deve passar pelo cuidado com a formação à luz das novas perspectivas abertas desde Puebla, e retomadas pelo Documento de Aparecida e todos os outros que se seguiram desde lá, levando o Evangelho para as estruturas do mundo, com respeito à alteridade.
Nossa mensagem evangelizadora deve ser permanente e ter a essência do Cristo que viveu e vive entre nós, e que por vezes, o esquecemos e transferimos para os ídolos criados pela ação da mídia, inclusive de nossa própria Igreja. Deve ter o perfil de Maria, como uma mãe que cuida dos seus e do nosso amoroso Pai que nos conduz à vida comunitária e ao cuidado com a nossa Casa Comum. Ser concreta, corajosa, criativa e ousada a partir da escuta do Espirito Santo para dar testemunho do Cristo, fazendo a experiência da fé a partir de uma vida comunitária, sendo o que precisa ser, para além do jogo das aparências.
A Igreja – nós, é chamada a ser Corpo de Cristo na história, para não deixar cair a profecia, como denúncia e anúncio de esperança do bem viver. Lembramos que a identidade e a dignidade laical está na máxima de sobretudo sermos Igreja e não apenas pertencermos a ela, pois dar testemunho da Igreja é fonte para a leiga e o leigo como protagonistas eclesiais, superando e fazendo o enfrentamento dos desafios criados pelas forças limitadoras da vivência da fé, vistas na oposição entre a fé e a Vida, entre o sagrado e o profano, entre a Igreja e o mundo e entre a identidade eclesial e o ecumenismo, ultrapassando o ranço da crítica e partindo para a ação a qual somos convidadas e convidados pelo Batismo e pela Crisma.
Como leigas e leigos, devemos atender o chamado da Igreja do Cristo que nos anima a sermos a eclesia, como um corpo que não entende separação entre ministros ordenados e povo, que em comunhão, segue em harmonia na construção do Reino, mantendo os olhos fixos no UNGIDO, sem promover um modelo de Igreja que não humaniza, não liberta e não emancipa.
Assim, fomos animadas e animados a sermos uma Igreja que caminha contrária à idolatria do dinheiro, que alerta para as forças condutoras de desesperanças e descréditos na vida e em Cristo, e que se faz, a exemplo de Francisco de Assis, Santa Terezinha, Maria e São Judas instrumento para a construção de outras formas de viver.
A espiritualidade vivenciada nestes dias, nos faz enxergar caminhos e acreditar que é possível construir um futuro com esperança e alternativo para uma crise que se prolonga e é agravada com a perda de direitos conquistados historicamente, que no momento nos é imposta, e se torna imperativo vencê-la. Tomarmos esta crise como nossa messe se faz importante e imediato, pois o dono da vinha caminha conosco e se faz morada em nós.
Entusiasmadas e entusiasmados, seguimos para as nossas comunidades construindo a celebração do 14º Intereclesial da CEBs em Londrina, imbuídas e imbuídos do Espírito Santo, entendendo que é na luta diária que Cristo se faz em nós, para compreendermos e vivermos neste tempo desafiador que pede diálogo e respeito para tornarmos nossos lugares espaços potencializadores à cultura do bem viver.
Equipe de Coordenação das CEBs, Região Nordeste 3.
por Caroline  Teixeira e Maura Evangelista CEBs NE 3
Fotos  Ivo - Arquivos CEBs do Brasil

domingo, 1 de outubro de 2017

Mês Missionário 2017 - juntos na missão permanente



Começa neste domingo o Mês das Missões e a Campanha Missionária 2017. Em 14 de abril de 1926 o papa Pio XI, oficializou o penúltimo domingo de outubro como Dia Mundial das Missões no qual, as paróquias do mundo inteiro são convidadas a rezar e fazer uma coleta especial em favor das missões.Este ano, a coleta será feita nas celebrações dos dias 21 e 22 de outubro.
“A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída”. Este é o tema da Campanha Missionária 2017. O lema, “Juntos na missão permanente”, reforça a importância de caminharmos unidos, como Igreja, Povo de Deus e anunciar a Boa Nova em todos os tempos e lugares.
Este foi também, o tema do 4º Congresso Missionário Nacional realizado nos dias 07 a 10 de setembro, em Recife (PE).
O tema da Campanha Missionária nos motiva a intensificar iniciativas de animação e cooperação missionária em todo o mundo. O objetivo é rezar pelas missões, despertar vocações missionárias e realizar a Coleta no Dia Mundial das Missões.
Testemunho
Assistir ao DVD da Campanha Missionária, 1º Dia.
De onde vem a verdadeira “alegria” segundo o Evangelho?
O cartaz da Campanha Missionária destaca a alegria do Evangelho e a Igreja que caminha unida. A arte mostra a Igreja, Povo de Deus, formada por diferentes sujeitos da missão, de diversas idades e etnias. Todos caminham juntos, depois de terem sido encontrados por Jesus Cristo, como Igreja em saída, ad gentes, enviada a testemunhar a alegria do Evangelho. O povo traz a Palavra de Deus, fonte da missão. Carrega também, a Cruz das missões jesuíticas, que marcou a Bolívia e toda a América Latina, no processo de evangelização. Este é o principal símbolo do 5º Congresso Missionário Americano (CAM 5).
A alegria tem a sua motivação mais profunda no encontro com Cristo ressuscitado. A presença de Jesus sempre provoca muita alegria!
Oração do Mês Missionário
Deus de misericórdia,
que enviaste o Teu Filho Jesus Cristo
e nos sustentas com a força do Espírito Santo,
ensina-nos a caminhar juntos
e, a exemplo de Maria, nossa Mãe Aparecida,
na celebração dos 300 anos do encontro da imagem,
sejamos, em toda a parte,
testemunhas proféticas da alegria do Evangelho
para uma Igreja em saída. Amém.
Fonte: Pontifícias Obras Missionárias

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

PJ da Arquidiocese de Feira (BA) realiza 4ª etapa da Escola da Juventude

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Aconteceu entre os dias 15 e 17 de setembro a 4ª etapa da Escola da Juventude Dom Hélder Câmara, no ano de 2017. O encontro foi realizado na Chácara Santo Inácio, em Feira de Santana. Na sexta de noite foi realizada uma mescla entre o Ofício Divino da Juventude e a Leitura Orante da Bíblia, conduzida por Cristiam Machado e Franciel Santana (coordenação das Foranias 7 e 5 respectivamente).

No sábado pela manhã, foi o momento de se abordar a temática Dinâmica de Grupo. A facilitação ficou por conta de Cíntia Conceição, da assessoria diocesana e da cidade de Santo Estevão. Nesse momento, os participantes puderam fazer dinâmicas e brincadeiras pertinentes aos encontros dos grupos de jovens.

Na parte da tarde, a temática foi Doutrina Social da Igreja. O facilitador da temática foi Paulo Veríssimo, noviço da Companhia de Jesus. Nesses momentos foi possível aprender mais sobre a DSI e como as nossas comunidades podem e devem a assumir.

No sábado à noite, o tema abordado foi Metodologia da PJ, e teve como facilitador o Jadeilson Gomes (que é assessor da PJ no Recôncavo). O mesmo falou sobre os passos da metodologia pjoteira, e incentivou o uso desta a partir de trabalhos de grupo. O encontro chegou ao fim com a participação dos pjoteiros na Santa Missa, junto com a comunidade, na Igreja Todos os Santos, bem ao lado do local do restante do encontro.


Com informações de Erik Nascimento, pela coordenação arquidiocesana da PJ

domingo, 17 de setembro de 2017

PJ NE3 se encontra no 14º ERPJ, em Jequié

Foi realizado nesse fim de semana, de 08 a 10 de setembro, o 14º Encontro Regional da Pastoral da Juventude, na Diocese de Jequié, no Centro de Treinamento de Líderes (CTL).  Foram mais de 80 participantes de todo Regional Nordeste 3 – Bahia e Sergipe. A temática do encontro foi: Juventudes e Espiritualidade – Com a Mãe Negra Aparecida, em defesa da vida.
O encontro se iniciou na sexta com a mística de abertura, organizada pela equipe própria: momento forte com a imagem de Nossa Senhora Aparecida em destaque, sendo conduzida a até o espaço da plenária pela coordenação regional da PJ. Foi apresentada, em sintonia com a PJ Nacional, a “flor das prioridades” da ANPJ, no Crato, que devem ser seguidas pela PJ em todas as Dioceses do Brasil. Em seguida, a coordenação diocesana da PJ de Jequié pode dar oficialmente as boas vindas a todos os pjoteiros vindos de outras Dioceses. Logo após houve a mesa de abertura do ERPJ, com o Franco (Pastoral Carcerária), Claúdia (Movimento de Mulheres), Adriana (CEBI) e Samantha Gadelha (Secretaria Regional da PJ). Em seguida, a Adriana Fernandes começou a assessoria do encontro, nesse primeiro momento, ouvindo também algumas questões juntos aos delegados e delegadas.
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No sábado de manhã, os trabalhos de iniciaram com a mística, conduzida pela Região Pastoral 2 (Sergipe). Também nesse turno, a Adriana continuou a apresentação sobre a temática do encontro, trazendo elementos de uma espiritualidade libertadora. Encerrando a manhã, foram dadas as orientações para os trabalhos nos GTs, pelo turno da tarde. Foram 3 os grupos: Mulheres Negras, conduzido por Claúdia do Movimento de Mulheres de Jequié; Mulheres Encarceradas, conduzido por Franco da Pastoral Carcerária de Jequié; e Mãe Terra, conduzido por Luziana, do projeto Calanguinho. No final da tarde, as/os pjoteiras/os partilharam as experiências vividas em cada GT.
Na noite, foi rezado o Ofício Divino da Juventude, onde foram apresentados os nomes dos indicados aos serviços regionais, e que disseram seu sim: para o serviço da assessoria, Fernando Andrade, da Diocese de Jequié; para o serviço da secretaria regional, Nicole Cerqueira, também da Diocese de Jequié. Em seguida, foi realizada a noite cultural, com a animação da Banda Weba, que também animou todo o encontro com músicas da caminhada da Pastoral da Juventude.
O domingo de manhã se iniciou com a Santa Missa, com a presença dos padres Leandro, referencial pela PJ na Diocese de Jequié e Paulo Marcos responsável pelo Setor Juventude na Diocese de Jequié. Voltando à plenária, o Tiago Medeiros, coordenador nacional pelo NE3, fez alguns repasses da PJ Nacional, como questões da ANPJ que aconteceuno Crato (CE) e do ENP que está chegando e será em janeiro, em Rio Branco (AC). Em seguida foi momento das Regiões Pastorais se reunirem, para entre outras coisas, indicar nomes para o serviço da coordenação nacional, representando o Nordeste 3, e também nomes para a assessoria regional. Os nomes foram apresentados à plenária e serão acompanhados pela CR e CRA. Em seguida, foi escolhido o local e data do 15º ERPJ, que será na Diocese de Eunápolis, entre os dias 07 e 09 de setembro de 2018.
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Finalizando o ERPJ, foi o momento de agradecimentos, com muita mística. Primeiro Tiago e Samantha agradeceram aos assessores regionais, Ivan Santos, Selma de Oliveira que estavam presentes, e os demais que não puderam estar presentes. Logo após, foi o momento da PJ Regional agradecer o serviço e a vida doada de Samantha e Tiago, através de Ivan e Selma. Por fim, foi a hora de acolher na coordenação regional da PJ a nova Secretária Regional para o biênio, a Nicole Cerqueira e também o novo assessor, Fernando Andrade, que espera pelos demais que também comporão a nova equipe de assessores. A plenária ouviu atentamente a ambos, e rezou junta a Mística de Envio, para então poder voltar para a missão nas Dioceses.
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Com informações de Erik Nascimento, pela equipe de Coordenação Regional da PJ NE3

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Missão Jovem em Santanópolis: Juventude e toda comunidade em saída missionária

Aconteceu nesse fim de semana, de 07 a 10 de setembro a Missão Jovem da Arquidiocese de Feira de Santana, na Paróquia Senhor do Bonfim, em Santanópolis. A experiência missionária, que está em consonância com o projeto das Santas Missões Populares, foi pensada também para celebrar e preparar os 25 anos do Dia Nacional da Juventude e da Pastoral da Juventude nesta Arquidiocese. Participaram do evento, jovens missionários da Pastoral da Juventude e também da Comunidade Shalon e toda comunidade local.

A abertura da Missão Jovem foi realizada na quinta (07) pela tarde, com a Santa Missa, onde os missionários foram apresentados e souberam as comunidades onde iriam ficar. O pároco, padre Claúdio Passos, presidiu a celebração, e nos recordou que é necessário ao missionário avançar para águas mais profundas, ir ao encontro dos irmãos mais afastados. Na noite os missionários foram apresentados junto a cada comunidade de base.
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Nos dias 08 e 09 aconteceram as visitas às casas, durante a manhã e tarde. Momento da “saída missionária” como nos diz o Papa Francisco. E nas noites de sexta e sábado as comunidades celebraram a vida, em Celebrações Eucarísticas ou da Palavra e com encontros dos grupos de jovens ou outros grupos ou pastorais.
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No domingo (10) foi realizada a Missa de Envio, com a presença dos missionários e de todas as comunidades da Paróquia Senhor do Bonfim.  A Missa foi presidida pelo padre João Falcão, vigário da Forania São João. Este recordou a realidade atual do país e que a barca que é a Igreja precisa de mais pessoas. Para essas realidades, é necessária a prática missionária dos católicos tanto dentro como fora dos espaços eclesiais. Por fim, cada missionário foi enviado de volta às suas comunidades e paróquias de origem, motivados por essa essas belas experiências  vividas. Fica o agradecimento a todos que contribuíram com essa Missão Jovem, tanto a equipe local motivada por Padre Claúdio, Cristiam e demais jovens, como à Equipe Arquidiocesana da PJ, com seus coordenadores e assessoras, e também a todos os padre que puderam se fazer presentes.

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Com informações de Erik Nascimento, pela coordenação da Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Feira de Santana e da Missão Jovem