domingo, 17 de setembro de 2017

PJ NE3 se encontra no 14º ERPJ, em Jequié

Foi realizado nesse fim de semana, de 08 a 10 de setembro, o 14º Encontro Regional da Pastoral da Juventude, na Diocese de Jequié, no Centro de Treinamento de Líderes (CTL).  Foram mais de 80 participantes de todo Regional Nordeste 3 – Bahia e Sergipe. A temática do encontro foi: Juventudes e Espiritualidade – Com a Mãe Negra Aparecida, em defesa da vida.
O encontro se iniciou na sexta com a mística de abertura, organizada pela equipe própria: momento forte com a imagem de Nossa Senhora Aparecida em destaque, sendo conduzida a até o espaço da plenária pela coordenação regional da PJ. Foi apresentada, em sintonia com a PJ Nacional, a “flor das prioridades” da ANPJ, no Crato, que devem ser seguidas pela PJ em todas as Dioceses do Brasil. Em seguida, a coordenação diocesana da PJ de Jequié pode dar oficialmente as boas vindas a todos os pjoteiros vindos de outras Dioceses. Logo após houve a mesa de abertura do ERPJ, com o Franco (Pastoral Carcerária), Claúdia (Movimento de Mulheres), Adriana (CEBI) e Samantha Gadelha (Secretaria Regional da PJ). Em seguida, a Adriana Fernandes começou a assessoria do encontro, nesse primeiro momento, ouvindo também algumas questões juntos aos delegados e delegadas.
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No sábado de manhã, os trabalhos de iniciaram com a mística, conduzida pela Região Pastoral 2 (Sergipe). Também nesse turno, a Adriana continuou a apresentação sobre a temática do encontro, trazendo elementos de uma espiritualidade libertadora. Encerrando a manhã, foram dadas as orientações para os trabalhos nos GTs, pelo turno da tarde. Foram 3 os grupos: Mulheres Negras, conduzido por Claúdia do Movimento de Mulheres de Jequié; Mulheres Encarceradas, conduzido por Franco da Pastoral Carcerária de Jequié; e Mãe Terra, conduzido por Luziana, do projeto Calanguinho. No final da tarde, as/os pjoteiras/os partilharam as experiências vividas em cada GT.
Na noite, foi rezado o Ofício Divino da Juventude, onde foram apresentados os nomes dos indicados aos serviços regionais, e que disseram seu sim: para o serviço da assessoria, Fernando Andrade, da Diocese de Jequié; para o serviço da secretaria regional, Nicole Cerqueira, também da Diocese de Jequié. Em seguida, foi realizada a noite cultural, com a animação da Banda Weba, que também animou todo o encontro com músicas da caminhada da Pastoral da Juventude.
O domingo de manhã se iniciou com a Santa Missa, com a presença dos padres Leandro, referencial pela PJ na Diocese de Jequié e Paulo Marcos responsável pelo Setor Juventude na Diocese de Jequié. Voltando à plenária, o Tiago Medeiros, coordenador nacional pelo NE3, fez alguns repasses da PJ Nacional, como questões da ANPJ que aconteceuno Crato (CE) e do ENP que está chegando e será em janeiro, em Rio Branco (AC). Em seguida foi momento das Regiões Pastorais se reunirem, para entre outras coisas, indicar nomes para o serviço da coordenação nacional, representando o Nordeste 3, e também nomes para a assessoria regional. Os nomes foram apresentados à plenária e serão acompanhados pela CR e CRA. Em seguida, foi escolhido o local e data do 15º ERPJ, que será na Diocese de Eunápolis, entre os dias 07 e 09 de setembro de 2018.
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Finalizando o ERPJ, foi o momento de agradecimentos, com muita mística. Primeiro Tiago e Samantha agradeceram aos assessores regionais, Ivan Santos, Selma de Oliveira que estavam presentes, e os demais que não puderam estar presentes. Logo após, foi o momento da PJ Regional agradecer o serviço e a vida doada de Samantha e Tiago, através de Ivan e Selma. Por fim, foi a hora de acolher na coordenação regional da PJ a nova Secretária Regional para o biênio, a Nicole Cerqueira e também o novo assessor, Fernando Andrade, que espera pelos demais que também comporão a nova equipe de assessores. A plenária ouviu atentamente a ambos, e rezou junta a Mística de Envio, para então poder voltar para a missão nas Dioceses.
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Com informações de Erik Nascimento, pela equipe de Coordenação Regional da PJ NE3

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Missão Jovem em Santanópolis: Juventude e toda comunidade em saída missionária

Aconteceu nesse fim de semana, de 07 a 10 de setembro a Missão Jovem da Arquidiocese de Feira de Santana, na Paróquia Senhor do Bonfim, em Santanópolis. A experiência missionária, que está em consonância com o projeto das Santas Missões Populares, foi pensada também para celebrar e preparar os 25 anos do Dia Nacional da Juventude e da Pastoral da Juventude nesta Arquidiocese. Participaram do evento, jovens missionários da Pastoral da Juventude e também da Comunidade Shalon e toda comunidade local.

A abertura da Missão Jovem foi realizada na quinta (07) pela tarde, com a Santa Missa, onde os missionários foram apresentados e souberam as comunidades onde iriam ficar. O pároco, padre Claúdio Passos, presidiu a celebração, e nos recordou que é necessário ao missionário avançar para águas mais profundas, ir ao encontro dos irmãos mais afastados. Na noite os missionários foram apresentados junto a cada comunidade de base.
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Nos dias 08 e 09 aconteceram as visitas às casas, durante a manhã e tarde. Momento da “saída missionária” como nos diz o Papa Francisco. E nas noites de sexta e sábado as comunidades celebraram a vida, em Celebrações Eucarísticas ou da Palavra e com encontros dos grupos de jovens ou outros grupos ou pastorais.
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No domingo (10) foi realizada a Missa de Envio, com a presença dos missionários e de todas as comunidades da Paróquia Senhor do Bonfim.  A Missa foi presidida pelo padre João Falcão, vigário da Forania São João. Este recordou a realidade atual do país e que a barca que é a Igreja precisa de mais pessoas. Para essas realidades, é necessária a prática missionária dos católicos tanto dentro como fora dos espaços eclesiais. Por fim, cada missionário foi enviado de volta às suas comunidades e paróquias de origem, motivados por essa essas belas experiências  vividas. Fica o agradecimento a todos que contribuíram com essa Missão Jovem, tanto a equipe local motivada por Padre Claúdio, Cristiam e demais jovens, como à Equipe Arquidiocesana da PJ, com seus coordenadores e assessoras, e também a todos os padre que puderam se fazer presentes.

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Com informações de Erik Nascimento, pela coordenação da Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Feira de Santana e da Missão Jovem

domingo, 3 de setembro de 2017

Grito dos Excluídos: “por direito e democracia, a luta é todo dia!”



No dia 7 de Setembro, data na qual oficialmente se comemora a independência política do Brasil, será realizado em todo país o 23º Grito dos Excluídos que, este ano, tem como lema “Por direitos e Democracia, a luta é todo dia” e tema “Vida em primeiro lugar”, pelos quais, segundo a Coordenação Nacional, quer chamar a atenção da sociedade para a urgência da organização e luta popular frente à conjuntura em que o país vive hoje.
Em coletiva de imprensa, realizada ontem (31/08) na sede do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em São Paulo, o bispo emérito de Blumenau (SC), dom Angélico Sândalo Bernardino disse que o Grito acontece em um momento em que o país vive uma crise ética na política por parte dos governantes e autoridades.
O bispo disse que os parlamentares estão de costas para o povo, não ouvem os gritos da população, sobretudo dos segmentos que estão à margem da sociedade.
O bispo, representante da Comissão Episcopal pastoral para a Ação social Transformadora da CNBB, afirmou que é necessário transparência na administração pública e punição aos corruptos. “O povo precisa voltar a ocupar as ruas de forma consciente e organizada para conquistar, defender e garantir seus direitos”, disse. 
A representante da Coordenação Nacional do Grito dos Excluídos, Karina Pereira da Silva, lembrou que O Grito dos Excluídos vem se afirmando, a cada ano, como um processo de construção coletiva, de forma descentralizada. Ela disse que o ato tem seu ponto alto na semana da Pátria e no dia 7 de Setembro, mas que é precedido de ações em preparação e organização que vão desde seminários, palestras, rodas de conversa, audiências públicas, vigílias, celebrações, concursos de redação nas escolas.
Direitos ameaçados
Segundo o bispo de Ipameri (GO), dom Guilherme Antônio Werlang, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil: “Vivemos tempos difíceis. Os direitos e os avanços democráticos conquistados nas últimas décadas, frutos de mobilizações e lutas, estão ameaçados. O ajuste fiscal, as reformas trabalhista e da previdência estão retirando direitos dos trabalhadores para favorecer aos interesses do mercado. O próprio sistema democrático está em crise, distante da realidade vivida pela população”.
Realizado no dia 7 de setembro, o Grito dos/as Excluídos/as tem especial importância para a Igreja que, neste ano de 2017, também sugere as comunidades que na mesma data acrescente dois elementos importantes da espiritualidade cristã para acompanhar a reflexão: a oração e o jejum. Na última reunião do Conselho Permanente, a CNBB se dirigiu direta e fraternalmente a todas as comunidades convidando a todos para que “diante do grave momento vivido por nosso país, dirijamos nossa oração a Deus, pedindo a bênção da paz para o Brasil”.
A iniciativa do Grito dos/as Excluídos/as brotou do seio da Igreja, em 1995, para aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade daquele ano, que tinha como lema “Eras tu, Senhor”, e para responder aos desafios levantados na 2ª Semana Social Brasileira, realizada em 1994, cujo tema era “Brasil, alternativas e protagonistas”.

Na Arquidiocese de Feira de Santana

O Grito dos Excluídos terá sua culminância em Feira de Santana logo após os desfiles cívicos de 7 de setembro. A concentração se inicia às 7:00 em frente aos Correios da Avenida Pres. Dutra. A articulação da atividade vem sendo feita pela Cáritas Arquidiocesana, juntamente com Pastorais e Movimentos Sociais. 
Fonte: CNBB

sábado, 26 de agosto de 2017

Igreja se pronuncia: extinção da reserva no Pará será um massacre cultural



O governo brasileiro extinguiu quarta-feira (23/08) a Reserva Nacional do Cobre e seus associados (Renca), uma área na região da Amazônia entre os estados de Pará e Amapá, de 47 mil quilômetros quadrados entre o Pará e o Amapá – o equivalente ao tamanho do estado do Espírito Santo. A regiãoque é rica em ouro e outros minérios, engloba também nove áreas protegidas, entre florestas estaduais, reservas ecológicas e terras indígenas
Medida repercutiu negativamente em todo o mundo
A extinção deve permitir que cerca de 30% da área, que hoje é protegida, seja usada pela mineração privada. Apesar do nome, o local é muito conhecido por ter uma grande quantidade de ouro.
Criada em 1984, duas terras indígenas povoam a Renca. No lado paraense está a TI Rio Paru d`Este, onde habitam duas etnias, os Aparai e os Wayana. No lado do Amapá, encontra-se o território indígena do povo Wajãpi. Eles vivem em relativo isolamento, conservam modos de vida milenares, e protegem uma área superior a 17 mil quilômetros quadrados de floresta amazônica.  
Para o arcebispo de Santarém, Dom Flavio Giovenale, a concessão destas áreas à atividade extrativista privada faz parte da negociação do governo para se manter no poder.
“Foi uma decisão como tantas outras que estão acontecendo ultimamente... nos pegou totalmente de surpresa, como um raio no céu sereno sem nuvens que avisasse ‘olha vai ter tempestade’. Ninguém suspeitava e ninguém esperava que uma das reservas mais antigas do Brasil pudesse ser aberta à exploração mineral e agrícola, de madeira. Para nós, foi uma surpresa enorme mesmo e agora estamos tentando ver o que fazer”.
Qual o interesse do governo nesta reserva?
“Esta reserva tem muitas jazidas minerais, de ouro. E quando se fala de ouro, os olhos brilham mais do que o ouro. Este é o interesse comercial. Depois, tem o interesse político, porque é uma resposta ao apoio que a bancada agrícola e do poder mineral deu na luta contra o pedido de impeachment do Presidente Temer. Ele está agora pagando o apoio que recebeu para se manter no poder”.
Quem vive nesta reserva e como será prejudicado?
São duas populações indígenas, porque dentro desta grande reserva, há sub-reservas: duas são de razão antropológica (de respeito aos indígenas) e duas ou três reservas de tipo ecológico. É o conjunto todo desta mega-reserva que foi agora aberta. Então, historicamente, as populações indígenas são muito afetadas... será um verdadeiro choque, através de doenças e de um massacre cultural. O receio é que em poucos anos, aquelas populações percam a sua autonomia. O governo diz que não, que no território das reservas indígenas não será permitida a atividade econômica, mas na Amazônia, é difícil saber até aonde vai uma reserva indígena, onde começa outra e existe o histórico que os madeireiros não observam absolutamente onde tem território indígena e onde não tem. Eles avançam onde é de seu interesse”.
Como ajudar, além de tentar divulgar o que está acontecendo?
A única forma é esta: conscientizar para algumas reações, como abaixo-assinados, ou pessoas importantes que possam também dizer a sua opinião para fazer pressão, porque atualmente, é um jogo de pressão: a pressão do grupo que apoiou a luta contra o impeachment do Presidente, com interesses econômicos fortíssimos, com outros que podem defender as causas indígenas, do povo, da ecologia, e que possam dizer ‘espera, tem uma responsabilidade não só econômica, porque o ouro é importante dentro da economia de um país, e das empresas mineradoras', mas a vida é mais importante! Então, penso que as pressões podem funcionar, sim”.
Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Rio Branco acolhe reunião de equipes do ENPJ


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Rio Branco, estado do Acre, guardiã de memória de mártires e povos que lutaram e ainda lutam pela vida, pela floresta e pelo bem viver. Foi lá que as e os jovens que preparam o Encontro Nacional da PJ se reuniram para dar sequência aos trabalhos na construção dessa atividade. De 17 a 20 de agosto, além dos referenciais da Diocese de Rio Branco, representantes das equipes de metodologia e executiva, incluindo assessores e jovens da Coordenação Nacional da PJ, trocaram experiências, rezaram e contemplaram a história local. 

O grupo se hospedou na Universidade Federal do Acre (UFAC), que acolherá a maioria das atividades propostas para o ENPJ, que acontece de 7 a 14 de janeiro. Além de conhecerem melhor o espaço, os jovens da equipe local levaram os visitantes para uma imersão cultural na história do estado. Na Biblioteca da Floresta, por exemplo, puderam ver mais sobre a trajetória dos seringueiros e da luta encampada por Chico Mendes, que se notabilizou mundialmente pela defesa dos povos da Floresta Amazônica e pela preservação ambiental. 
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Referenciais da equipe local trocaram experiências com equipes de Metodologia e Executiva
A jovem Lidiane Cristo, representante do Regional Norte 1 (AM e RR) na Coordenação Nacional da PJ, embora também seja da região norte – ela vive em Manaus/AM – se mostrou emocionada com a história acreana. “A região Norte é muito diversa e, especialmente no Acre, encontramos os detalhes dessas lutas que tanto ouvimos falar. Temos muito a aprender, por meio da metodologia do encontro, com as lutas do povo. Saber mais de Chico Mendes, por exemplo, me deixou encantada: ele é um mártir da floresta”, destacou. 
Para a jovem Thalita Vasconcelos, que compõe a equipe diocesana local, receber parte da Coordenação Nacional foi importantíssimo para que as equipes de trabalho fortaleçam a sintonia nos preparativos para a atividade, que deve receber mais de 700 jovens de todo país. “O contato com algumas pessoas que estão na linha de frente do Encontro facilitou a visualização da grandiosidade que o mesmo possui. Fez com que pudéssemos olhar e entender as dimensões de tudo, renovando a vontade de caminhar junto para fazer dessa uma ótima experiência para todos/as os que estão envolvidos/as”, ressaltou. 
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Em novembro a Coordenação Nacional da PJ e a Comissão Nacional de Assessores/as volta a Rio Branco para a última reunião do ano. O momento também será para mais um contato com a equipe local. O jovem representante do Regional Noroeste (RO, AC e sul do AM), Deivisson Souza, afirma que a expectativa já é grande, agora que experiências foram trocadas e os laços fortalecidos. “A tão esperada reunião presencial das equipes de Metodologia e Executiva foi além dos objetivos esperados. Além de cumprir com os trabalhos programados, pode-se vivenciar um pouco do chão que acolherá o 12°ENPJ, ouvir as equipes de trabalho, estreitar relações, firmar parcerias e sonhar ainda mais. Foi um prazer acolher, reunir e construir junto com os/as companheiros/as da PJ Nacional e local”, afirmou.


Gabriel Rodrigues fala da arte oficial do Cartaz do ENPJ
Gabriel Rodrigues fala da arte oficial do Cartaz do ENPJ
JOVEM FALA SOBRE CARTAZ OFICIAL
Um dos momentos marcantes da reunião foi a fala do jovem Gabriel Rodrigues. Ele é o artista responsável pela arte do cartaz oficial do ENPJ. Com o desenho original emoldurado em mãos, ele explicou cada detalhe da obra. Para isso, conclamou os jovens a contemplarem e a terem a coragem de beberem da Mística dos povos da floresta, especialmente os/as indígenas. 
A mulher do cartaz, além de representar esses povos, faz referência à uma árvore, pelos detalhes no pescoço e também no seio ferido com a ranhura da seringueira. Alguns dos muitos detalhes que falam, não só do chão local, mas da importância da juventude brasileira beber disso para as lutas por uma cultura de Bem-Viver e para a descoberta do sentido do Txai, que mora nas relações humanas balizadas pelo respeito mútuo: a construção de outro mundo possível – Evangelho de Cristo!
Fonte: Pastoral da Juventude Nacional

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Pastoral Carcerária de Feira de Santana denuncia condições de mulheres encarceradas com seus filhos





Nesta segunda-feira (14), Dom Zanoni Demettino Castro, Arcebispo de Feira de Santana, visitou o Conjunto Penal de Feira de Santana, em especial as detentas mães que se encontram com filhos nas celas e mães grávidas, e para tratar da problemática da saída temporária dos presos.
Dom Zanoni esteve pessoalmente com as mães e seus filhos. Acompanharam o Arcebispo a Coordenadora da Pastoral de Feira, Irmã Iria Minosso, o Vice Coordenador, Padre Jorge Fontes da Silva Santos e a Irmã Anne Patrícia Silva Santos, da Pastoral Carcerária e da Gruta do Rosário.
Foi divulgada uma nota (leia abaixo) pela Pastoral a nível nacional sobre a problemática das mulheres presas com seus filhos. “É indiscutível que crianças recém-nascidas mantidas com suas mães dentro de uma prisão carregarão sequelas e traumas psicológicos. Os operadores da Ciência Jurídica, conhecedores da psicologia e das ciências afins, devem, necessariamente, ter presente esta lamentável situação”.
Presídio de Feira de Santana: crianças recém-nascidas com suas mães nas celas
É lamentável as condições do presídio de Feira de Santana, segunda maior cidade do Estado da Bahia. Além da superpopulação e das precárias condições físicas, o sistema prisional tem gerado outras situações de ilegalidade e injustiça.
Sete detentas, que deram a luz nos últimos meses e duas outras, prestes a ter crianças, estão sendo mantidas presas, pela Justiça, em celas superlotadas – poluídas, insalubres e contaminadas. O grande número de gatos, residindo no mesmo local, agrava a situação.
As crianças que estão encarceradas com suas mães tem tido um atendimento médico muito precário. A situação é tão grave que foi necessário a Pastoral Carcerária levar uma pediatra voluntária ao presídio para atender um caso urgente.
As detentas grávidas tem tido o mesmo precaríssimo atendimento médico prestado pela unidade prisional a todos os outros detentos. Elas não recebem nenhuma alimentação diferenciada, nem mesmo um suplemento nutricional ou medicamentoso. Não se garante nenhum atendimento pediátrico. As vacinas para as gestantes e crianças recém-nascidas são aplicadas sempre com atraso.
No intuito de suprir as situações de emergência, a Pastoral Carcerária Arquidiocesana improvisou um pequeno berçário, sem querer com isso, legitimar a custódia de crianças recém-nascidas ao lado de suas mães.
É indiscutível que crianças recém-nascidas mantidas com suas mães dentro de uma prisão carregarão sequelas e traumas psicológicos. Os operadores da ciência jurídica, conhecedores da psicologia e das ciências afins, devem, necessariamente, ter presente esta lamentável situação.
A Defensoria Estadual e advogados contratados por algumas detentas têm tentado – sem êxito – conseguir o benefício previsto em lei da prisão domiciliar para estas detentas, junto à vara de execução penal de Feira de Santana, que tem o Juiz Dr. Waldir Viana Ribeiro Junior à frente desta e de outras varas criminais.
Também salta aos olhos no sistema prisional de Feira de Santana as condições a que estão sujeitos os presos do regime semiaberto. Mesmo tendo direito à saída temporária, não estão podendo cumprir tal benefício por causa de uma exigência fixada pelo mesmo Juiz da Vara de Execução Penal de Feira de Santana, que condiciona a saída dos presos ao uso de tornozeleira eletrônica, indisponibilizadas pelo Estado, tornando-se uma exigência descabida.
Nos últimos meses o Brasil tem assistido à uma série de presos que estão envolvidos em denúncias de delitos envolvendo milhões de reais em desvios de recursos públicos e vários destes estão em prisão domiciliar, inclusive sem uso de tornozeleira eletrônica.
Enquanto isso, as detentas de Feira – que tem filhos recém-nascidos e estão grávidas – com envolvimento em delitos de muito menos relevância, não conseguem tal benefício.
Efetivamente nosso Poder Judiciário tem sido muito mais condescendente na aplicação da lei para ricos e poderosos e muito exigente na concessão de direitos para presos menos favorecidos econômica e socialmente. Tal tratamento diferenciado salta aos olhos, sendo uma realidade a dificuldade de detentas mães e gestantes pobres conseguirem a concessão de prisão domiciliar em todo Brasil.
A nova legislação brasileira é claríssima no direito à prisão domiciliar para presas que estão amamentando e gestantes, e tal assunto já tem sido objeto de decisões neste mesmo sentido por vários tribunais e pelo Supremo Tribunal Federal.
A lei 13.257 de 2016 incluiu na relação das situações que o juiz deve conceder prisão domiciliar às gestantes independente do tempo de gestação e de sua situação de saúde e a mulher que tenha filho menor de 12 anos.
Conclamamos as autoridades, principalmente ao Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, como também ao Ministério Público Estadual e à Defensoria Estadual, que enviem todos os esforços necessários para solução destes graves problemas.
A SEAP (Secretaria de Assuntos Prisionais do Estado da Bahia) precisa também fazer gestões neste sentido. Esperamos que o juiz da vara de execuções penais de Feira – Dr Valdir Viana Ribeiro, nomeado magistrado para ser guardião constitucional e aplicador das Leis, seja sensível ao nosso apelo e atenda essas demandas no que lhe concerne.
Queremos chamar a atenção para esta grave ofensa à dignidade da pessoa especialmente neste dia em que celebramos a memória de São Maximiliano Maria Kolbe, Sacerdote Polonês e padroeiro da Pastoral Carcerária, que ofereceu-se e morreu em lugar de um preso em um campo de concentração na segunda guerra mundial.
Dom Zanoni Demettino Castro – Arcebispo Metropolitano de Feira de Santana
Dom Otorrino Assolari – Bispo de Serrinha e referencial da Pastoral Carcerária Bahia e Sergipe
Padre Valdir João Silveira – Coordenador Nacional da Pastoral Carcerária da CNBB
Francisco Carlos de A. Franco – Coordenador Estadual da Pastoral Carcerária
Davi Pedreira – Assessor Jurídico da Pastoral Carcerária – Bahia e Sergipe
Irmã Iria Minosso – Coordenadora da Pastoral Carcerária de Feira de Santana
Marcos Carvalhal – Presidente da OAB de Feira de Santana

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Assessores da CNBB se reúnem para estudar o Documento Preparatório do Sínodo dos Jovens


Grupo de Assessores da CNBB se reúne para estudar o Documento Preparatório do Sínodo dos Jovens

Assessores das 12 comissões episcopais pastorais e da comissão especial para a Amazônia estão reunidos, em Brasília, com o objetivo de aprofundar o estudo do Documento Preparatório enviado pela Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, do Vaticano, em vista da realização da Assembleia Ordinária de 2018. Esta assembleia tem como tema: “Jovens, a fé e o discernimento vocacional”. Os assessores, a partir do trabalho desta semana, devem colaborar com a resposta ao questionário a respeito da situação dos jovens brasileiros dentro da Igreja e da sociedade.
O Sínodo dos Bispos é uma instituição permanente estabelecido pelo Papa Paulo VI em 15 de setembro de 1965 em resposta ao desejo dos Padres do Concílio Vaticano II de manter vivo o espírito positivo gerado pela experiência conciliar. Segundo informações fornecidas pela Santa Sé, “o significado original da palavra, ‘caminhar juntos’ expressa muito bem a essência do Sínodo que é, de fato, ‘uma expressão particularmente frutífera e instrumento da colegialidade episcopal'”. Uma assembleia sinodal dos bispos, portanto, é ocasião na qual representantes do episcopado do mundo inteiro, junto com o Papa, trocam informações e experiências para a busca comum de soluções pastorais universalmente válidas. Resumidamente, esclarece a Santa Sé: “O Sínodo dos Bispos pode ser definido como um conjunto de representantes do episcopado católico que tem a tarefa de ajudar o Papa no governo da Igreja universal“.
As Assembleias Ordinárias do Sínodo se realizam em períodos irregulares, as vezes entre dois ou três anos de intervalo, e a próxima está marcada para ser realizada em outubro do ano que vem. As conferências episcopais enviam delegados eleitos para participarem desse encontro.
O Documento Preparatório sobre o qual os assessores da CNBB refletem nesta quinta-feira, 10 de agosto, traz a seguinte estrutura: três capítulos (os jovens no mundo de hoje; fé, discernimento, vocação; e ação pastoral) e um questionário especial que servirá para coletar os dados, interpretar a situação e compartilhar as práticas.
Fonte: CNBB

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

CNBB chama a atenção para a defesa dos direitos dos povos indígenas e quilombolas




Os bispos que compõem o Conselho Episcopal Pastoral (Consep), reunidos em Brasília, nesta terça-feira, 8 de agosto, manifestaram preocupação com questões que se apresentam para a sociedade a respeito das decisões sobre os direitos de povos tradicionais como os Indígenas e os Quilombolas.
Organizações que se ocupam na defesa desses povos, como o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), consideram que se aproxima momento significativo na luta pelo respeito aos seus direitos básicos: no dia 16 de agosto será realizada no Supremo tribunal Federal (STF), a apreciação e voto de três ações que abordam questões que tocam a história e o futuro desses povos.
Um dos pontos principais dessa preocupação está no fato de que a Suprema Corte pode adotar, nos julgamentos, a tese do chamado “Marco Temporal”, segundo a qual só teriam direito à terra os povos que lá estivessem em 5 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição Federal.
Já na última reunião do Conselho Permanente da Conferência, em 22 de junho passado, os bispos reafirmavam esse compromisso: “Ao se colocar na defesa da vida dos povos indígenas, […] a CNBB o faz com a convicção de que o ‘serviço pastoral à vida plena dos povos indígenas exige que anunciemos Jesus Cristo e a Boa Nova do Reino de Deus, denunciemos as situações de pecado, as estruturas de morte, a violência e as injustiças internas e externas’ (Documento de Aparecida, 95) que ameaçam os primeiros habitantes desta Terra de Santa Cruz”.
A Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da CNBB reuniu as pastorais sociais em Brasília, no início deste mês de agosto e, no dia 4, fez pronunciamento público manifestando solidariedade aos Indígenas e Quilombolas afirmando que expressam “incondicional solidariedade aos povos indígenas e quilombolas do Brasil”.  E ainda afirmam: “A partir da análise da conjuntura nacional e latino americana em que claramente vislumbramos processos que retrocedem em direitos, encontramos as ameaças aos direitos territoriais destes povos, principalmente pelos interesses de setores econômicos, mormente dos ruralistas, que vêm no Congresso Nacional atacando direitos fundamentais assegurados na Constituição Federal de 1988”.
O CIMI encabeça campanha na qual afirma que o “Marco temporal”, que pode ser adotado em ações a serem julgadas pelo STF “legitima e legaliza as violações e violências cometidas contra os povos até o dia 04 de outubro de 1988: uma realidade de confinamento em reservas diminutas, remoções forçadas em massa, tortura, assassinatos e até a criação de prisões. Aprovar o “marco temporal” significa anistiar os crimes cometidos contra esses povos e dizer aos que hoje seguem invadindo suas terras que a grilagem, a expulsão e o extermínio de indígenas é uma prática vantajosa, pois premiada pelo Estado brasileiro. A aprovação do marco temporal alimentará as invasões às terras indígenas já demarcadas e fomentará ainda mais os conflitos no campo e a violência, já gritante, contra os povos indígenas”.  E conclui: “Afirmar que a história dos povos indígenas não começa em 1988 não significa, como afirmam desonestamente os ruralistas, que eles querem demarcar o Brasil inteiro. Os povos indígenas querem apenas que suas terras tradicionais sejam demarcadas seguindo os critérios de tradicionalidade garantidos na Constituição – que não incluem qualquer tipo de ‘marco temporal’”.
Fonte: CNBB

sábado, 5 de agosto de 2017

PJ lança cartaz do 12º ENPJ


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Mais um passo é dado rumo ao 12º Encontro Nacional da PJ que acontece em Rio Branco, Acre, em janeiro de 2018. Após dois meses de processo de criação e escolha do cartaz oficial da PJ, com a participação de cinco propostas feitas por jovens artistas do Regional Noroeste, enfim a obra que dá rosto ao Encontro é apresentada para todo Brasil.
O responsável pelo desenho é o jovem artista plástico Gabriel Rodrigues, 22 anos, da Paróquia São Sebastião, pertencente a Diocese de Rio Branco. Participante de grupo de base, Gabriel abordou alguns elementos da cultura local para contemplar a diversidade de significados presentes no tema e na iluminação do Encontro, somados a história do Acre e de seus vizinhos.
A índia, figura central do desenho, representa o protagonismo feminino na Pastoral da Juventude, teologicamente reforçado pela iluminação bíblica do ENPJ, retirada do diálogo entre Jesus e a samaritana (João 4). “Isso cita uma questão política que seria a forma como nós, homens brancos, tratamos os indígenas, que é a mesma forma que os judeus tratavam os samaritanos, e essa é a questão levantada através da iluminação bíblica, o questionamento sobre o reconhecimento do outro. A índia do cartaz traz a proposta do bem viver, de estabelecer essa conexão entre nós e os nossos compatriotas indígenas”, explica Gabriel.
Segundo o Coordenador Nacional da PJ pelo Regional Noroeste, Deivisson Souza, o lançamento do cartaz representa um passo importante na preparação do ENPJ. Ele ressaltou que a arte ajudará os pejoteiros e pejoteiras do Brasil a rezar a Mística da atividade e a se inteirar dos passos metodológicos. “Dos diversos detalhes do Cartaz do 12°ENPJ destaco o significado histórico e cultural, o qual deixará um legado e irá marcar as vivências durante o Encontro no chão sagrado de Rio Branco”, completou.

Simbologia do cartaz

Outras características também foram retratadas pelo artista. Acima do rosto da mulher o desenho do mapa hidrográfico (dos rios) que compõem a bacia sul-ocidental da Amazônia e que representa a proposta de evangelização juvenil, sem fronteiras políticas. Ao centro do mapa o símbolo da Pastoral da Juventude, ícone que na arte pontua a cidade de Assis Brasil, munícipio que faz fronteira com a Bolívia e o Peru. Além do grafismo indígena da tribo Huni Kuin – onde nasceu a palavra Txai – presentes na obra, os povos andinos também são representados através da pintura de geoglifos no braço esquerdo da mulher; e os nordestinos – fortes imigrantes no período de ocupação do Acre – através da lamparina e do corte de seringa. A bandeira do Império do Acre (1899) na lamparina retrata o processo de unificação dos povos que residiam e lutaram pela terra. O largo pescoço da mulher é a árvore da vida, a Seringueira, e do seu ceio sai o látex, leite utilizado para produção da borracha. Por fim, a Jibóia branca, (Yube Nawa Aĩbu), que de acordo com o povo Huni Kuin foi quem ensinou os mistérios da ayahuasca, e assim representa a dimensão espiritual da índia e todas as fusões interculturais entre os povos andinos, indígenas e afro-brasileiros.
Fonte: Pastoral da Juventude Nacional

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Pastorais da Juventude lançam subsídio da Semana do Estudante 2017


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A Semana do/a Estudante 2017 (SdE/2017) ocorre entre os dias 05 e 12 de agosto e está chegando com uma ótima reflexão sobre a educação.
Planejada e desenvolvida pelas quatro Pastorais de Juventude da CNBB (PJ, PJE, PJMP e PJR) a atividade tem como lema "ESCOLA DEMOCRÁTICA: SEM LADO NÃO DÁ " e como iluminação bíblica do livro de Mateus (5, 10a): "BEM AVENTURADOS OS QUE SOFREM PERSEGUIÇÃO POR CAUSA DA JUSTIÇA."
O material deste ano aborda assuntos como "gestão participativa", "ocupação das escolas" e "modelo educacional brasileiro" de maneira didática e interativa, a fim de discutir e conscientizar sobre o projeto "Escola sem partido".
Desejamos uma ótima semana do/a estudante 2017 e que juntos/as possamos "TER VOZ, VEZ, LUGAR".

Acesse o subsídio em:


Fonte: Atividades Permanentes - Pastorais da Juventude

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Formação Missionária da Juventude é realizada em Santanópolis


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Cerca de 80 jovens missionários estiveram no último sábado (22) na Formação Missionária da Juventude, em preparação à Missão Jovem Arquidiocesana. A atividade aconteceu na Igreja Senhor do Bonfim, em Santanópolis, sendo coordenada pela equipe local com Cristiam Machado, Padre Claúdio e demais, e também pela Pastoral da Juventude Arquidiocesana, representada nesse dia por Irmã Márcia Melo, Larissa Aragão e Erik Nascimento. E a formação ficou por conta de Irmã Elisabete e José Conceição, que representaram o COMIDI e equipe das Santas Missões Populares. A ideia é unir jovens dos grupos de base da PJ e de todas as expressões de juventude de nossa Arquidiocese na Missão Jovem, dias 07 a 10 de setembro, também em Santanópolis, no intuito de começar os festejos do Jubileu de Prata do DNJ e da PJ em nossa Arquidiocese de Feira de Santana.
O encontro se iniciou com a chegada dos jovens missionários e a acolhida. Em seguida foi realizada a oração do Ofício Divino da Juventude, organizado pela equipe local e arquidiocesana. Logo após, Cristiam trouxe um breve relato da história e caminhada da Paróquia.
Ainda na parte da manhã, contamos com a assessoria da Ir. Elisabete, que nos falou sobre os temas Dimensão e Espiritualidade Missionária, trazendo elementos do magistério da Igreja (especialmente do Concílio Vaticano II) e documentos da CNBB que falam sobre a Missão.
No turno da tarde, José Conceição abordou coo deve ser o processo das visitas missionárias, o fazer ao visitar as casas. Trouxe orientações práticas para essa questão, e através de trabalhos de grupo, podemos pensar o agir, em diversas realidades que podem ser postas.
Por fim, foi o momento da Mística Final, coordenada pela Ir. Bete, em que os os jovens missionários puderam assinar o termo de compromisso das Santas Missões Populares, e dessa forma, assumir presença efetiva e afetiva na nossa Missão Jovem.
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Confira todas as fotos no link: https://goo.gl/XBn6ei

Com informações, de Erik Nascimento, pela coordenação arquidiocesana da Pastoral da Juventude e Missão Jovem

segunda-feira, 17 de julho de 2017

PJ da Arquidiocese de Feira concretiza 3ª etapa da Escola da Juventude

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Aconteceu entre os dias 14 a 16 de julho a 3ª etapa da Escola da Juventude Dom Hélder Câmara, no ano de 2017. O encontro se deu na Chácara Santo Inácio, em Feira de Santana. As atividades se iniciaram na sexta, com a acolhida aos participantes e com a mística inicial, com a oração do Ofício Divino da Juventude.
No sábado, a parte formativa ficou por conta de Bruno Conceição, da assessoria da PJ de Salvador. Ele conduziu a oração do Ofício Divino no início da manhã, e em seguida começou com a primeira temática. A temática “Concepções de Juventude” foi abordada percorrendo as várias formas de se ver a juventude na Sociedade e na Igreja também. Já no período da tarde, a temática foi  “Missão da PJ”, onde o facilitador percorreu as questões desse tema a partir de documentos da PJ e da Igreja como um todo, sempre de maneira dinâmica.
No princípio da noite foi o momento de partilhar os Pães da Palavra e da Eucaristia. A Missa foi presidida pela padre Paulino, SJ, e tivemos a alegria de participar junto com a juventude do Magis, que estava participando de um encontro bem ao lado da Escola da Juventude. Eram jovens de algumas partes e também de fora do estado da Bahia. Momento de rezar pela unidade, e perceber tanta coisa em comum entre nossas espiritualidades e ação pastoral. Padre Paulino nos ajudou no pensar sobre esta nossa ação e como colocar nossa missionariedade juvenil em prática. Ainda na noite de sábado, fizemos também nossa noite cultural em conjunto, com os jovens pjoteiros e do Magis mostrando seus talentos na poesia, música e dramatização.
No domingo, logo depois do ODJ, foi o momento de os jovens cursistas aprenderem mais sobre Seguimento de Jesus. A facilitadora foi a assessora arquidiocesana da PJ, Irmã Márcia. Nessa temática, a partir dos textos bíblicos (evangelhos) e documentos da Igreja, como é o caminho dos seguidores do Nazareno: Ele se faz presente no meio dos mais empobrecidos e excluídos da sociedade. Antes da Mística Final, a equipe arquidiocesana fez avisos em relação à Formação Missionária, Missão Jovem e DNJ que estão se aproximando. Por fim, a Irmã Márcia fez a mística de envio dos participantes e equipe da Escola da Juventude.

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Com informações de Erik Nascimento, pela Coordenação da Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Feira de Santana


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Saiba como colaborar com o Sínodo dos Bispos de 2018



Em 2018, será realizada a XV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. No processo de preparação, ocorre a fase de consulta, quando o povo de Deus pode enviar contribuições e respostas ao questionário disponibilizado pela Santa Sé. O bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Vilsom Basso, explica como os jovens brasileiros podem participar.
A fase de consulta foi aberta após a publicação do documento preparatório, em janeiro deste ano. Este processo levará à redação do instrumento de trabalho para a assembleia sinodal. Às conferências episcopais, coube a responsabilidade de receber as contribuições e respostas, compilar o material e enviar à Secretária do Sínodo. Aqui no Brasil, a CNBB disponibilizou desde janeiro o texto preparatório com o questionário.
Para dom Vilsom Basso, “é um tempo de graça, um kairós para toda a juventude, para toda a Igreja, um Sínodo dos Bispos sobre juventude”. Ele explica que estão à disposição dos jovens três maneiras de participar. Primeiro, respondendo ao questionário que já foi encaminhado a todas as dioceses do Brasil e enviando até o final de julho para a CNBB, para que seja feita uma síntese e enviada à Secretaria do Sínodo, no Vaticano – este material poderá ajudar na formulação de ações pastorais no âmbito brasileiro. Até 31 de julho, serão recebidas as respostas dos jovens pelo e-mail synodus@cnbb.org.br
“A segunda maneira saiu na semana passada: os jovens poderão participar diretamente no site do Sínodo e ali darem as suas respostas”, indica dom Vilsom, lembrando do site que entrou no ar em 14 de junho. O secretário-geral do Sínodo, cardeal Lorenzo Baldisseri, explicou que a plataforma na internet deve promover “ampla participação”. Com o website, os jovens receberão informações e vão poder também interagir no caminho da preparação para o Sínodo.
terceira maneira de colaboração com o Sínodo, de acordo com dom Vilsom, é com a partilha de experiências da juventude e expectativas para o Sínodo. Isso poderá ser feito no Facebook, com publicações usando a hastag #popeasks.
Questionário
O Vaticano questiona a juventude e com a finalidade de acompanhar os jovens em seu caminho existencial rumo à maturidade, para que, por meio de um processo de discernimento, “possam descobrir seu projeto de vida e realizá-lo com alegria, abrindo-se ao encontro com Deus e com os homens, participando ativamente da edificação da Igreja e da sociedade”.
O documento preparatório propõe uma reflexão em três partes. A primeira sobre as dinâmicas sociais e culturais. Na sequência, uma abordagem do “discernimento” como instrumento que a Igreja oferece aos mais novos para a descoberta da sua vocação. Por fim, são colocados em relevo os elementos fundamentais da pastoral juvenil vocacional.
 Envie para a CNBB
1. BAIXE AQUI o formulário em word;
2. RESPONDA o questionário seguindo as orientações;
3. ENCAMINHE o documento em word para o e-mail: synodus@cnbb.org.br
Prazo final de envio: 31 de Julho de 2017
Fonte: CNBB