segunda-feira, 17 de julho de 2017

PJ da Arquidiocese de Feira concretiza 3ª etapa da Escola da Juventude

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Aconteceu entre os dias 14 a 16 de julho a 3ª etapa da Escola da Juventude Dom Hélder Câmara, no ano de 2017. O encontro se deu na Chácara Santo Inácio, em Feira de Santana. As atividades se iniciaram na sexta, com a acolhida aos participantes e com a mística inicial, com a oração do Ofício Divino da Juventude.
No sábado, a parte formativa ficou por conta de Bruno Conceição, da assessoria da PJ de Salvador. Ele conduziu a oração do Ofício Divino no início da manhã, e em seguida começou com a primeira temática. A temática “Concepções de Juventude” foi abordada percorrendo as várias formas de se ver a juventude na Sociedade e na Igreja também. Já no período da tarde, a temática foi  “Missão da PJ”, onde o facilitador percorreu as questões desse tema a partir de documentos da PJ e da Igreja como um todo, sempre de maneira dinâmica.
No princípio da noite foi o momento de partilhar os Pães da Palavra e da Eucaristia. A Missa foi presidida pela padre Paulino, SJ, e tivemos a alegria de participar junto com a juventude do Magis, que estava participando de um encontro bem ao lado da Escola da Juventude. Eram jovens de algumas partes e também de fora do estado da Bahia. Momento de rezar pela unidade, e perceber tanta coisa em comum entre nossas espiritualidades e ação pastoral. Padre Paulino nos ajudou no pensar sobre esta nossa ação e como colocar nossa missionariedade juvenil em prática. Ainda na noite de sábado, fizemos também nossa noite cultural em conjunto, com os jovens pjoteiros e do Magis mostrando seus talentos na poesia, música e dramatização.
No domingo, logo depois do ODJ, foi o momento de os jovens cursistas aprenderem mais sobre Seguimento de Jesus. A facilitadora foi a assessora arquidiocesana da PJ, Irmã Márcia. Nessa temática, a partir dos textos bíblicos (evangelhos) e documentos da Igreja, como é o caminho dos seguidores do Nazareno: Ele se faz presente no meio dos mais empobrecidos e excluídos da sociedade. Antes da Mística Final, a equipe arquidiocesana fez avisos em relação à Formação Missionária, Missão Jovem e DNJ que estão se aproximando. Por fim, a Irmã Márcia fez a mística de envio dos participantes e equipe da Escola da Juventude.

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Com informações de Erik Nascimento, pela Coordenação da Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Feira de Santana


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Saiba como colaborar com o Sínodo dos Bispos de 2018



Em 2018, será realizada a XV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. No processo de preparação, ocorre a fase de consulta, quando o povo de Deus pode enviar contribuições e respostas ao questionário disponibilizado pela Santa Sé. O bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Vilsom Basso, explica como os jovens brasileiros podem participar.
A fase de consulta foi aberta após a publicação do documento preparatório, em janeiro deste ano. Este processo levará à redação do instrumento de trabalho para a assembleia sinodal. Às conferências episcopais, coube a responsabilidade de receber as contribuições e respostas, compilar o material e enviar à Secretária do Sínodo. Aqui no Brasil, a CNBB disponibilizou desde janeiro o texto preparatório com o questionário.
Para dom Vilsom Basso, “é um tempo de graça, um kairós para toda a juventude, para toda a Igreja, um Sínodo dos Bispos sobre juventude”. Ele explica que estão à disposição dos jovens três maneiras de participar. Primeiro, respondendo ao questionário que já foi encaminhado a todas as dioceses do Brasil e enviando até o final de julho para a CNBB, para que seja feita uma síntese e enviada à Secretaria do Sínodo, no Vaticano – este material poderá ajudar na formulação de ações pastorais no âmbito brasileiro. Até 31 de julho, serão recebidas as respostas dos jovens pelo e-mail synodus@cnbb.org.br
“A segunda maneira saiu na semana passada: os jovens poderão participar diretamente no site do Sínodo e ali darem as suas respostas”, indica dom Vilsom, lembrando do site que entrou no ar em 14 de junho. O secretário-geral do Sínodo, cardeal Lorenzo Baldisseri, explicou que a plataforma na internet deve promover “ampla participação”. Com o website, os jovens receberão informações e vão poder também interagir no caminho da preparação para o Sínodo.
terceira maneira de colaboração com o Sínodo, de acordo com dom Vilsom, é com a partilha de experiências da juventude e expectativas para o Sínodo. Isso poderá ser feito no Facebook, com publicações usando a hastag #popeasks.
Questionário
O Vaticano questiona a juventude e com a finalidade de acompanhar os jovens em seu caminho existencial rumo à maturidade, para que, por meio de um processo de discernimento, “possam descobrir seu projeto de vida e realizá-lo com alegria, abrindo-se ao encontro com Deus e com os homens, participando ativamente da edificação da Igreja e da sociedade”.
O documento preparatório propõe uma reflexão em três partes. A primeira sobre as dinâmicas sociais e culturais. Na sequência, uma abordagem do “discernimento” como instrumento que a Igreja oferece aos mais novos para a descoberta da sua vocação. Por fim, são colocados em relevo os elementos fundamentais da pastoral juvenil vocacional.
 Envie para a CNBB
1. BAIXE AQUI o formulário em word;
2. RESPONDA o questionário seguindo as orientações;
3. ENCAMINHE o documento em word para o e-mail: synodus@cnbb.org.br
Prazo final de envio: 31 de Julho de 2017
Fonte: CNBB

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Francisco: é urgente um novo pacto social para o trabalho



Não existe uma boa sociedade sem um bom sindicato: antes da Audiência Geral, o Papa Francisco recebeu os delegados da Confederação Italiana dos Sindicatos dos Trabalhadores (Cisl), que estão reunidos em Congresso.

O discurso do Pontífice partiu do tema em debate: “Pela pessoa, pelo trabalho”. De fato, afirmou, pessoa e trabalho são duas palavras que podem e devem estar juntas. “O trabalho é a forma mais comum de cooperação que a humanidade gerou na sua história, é uma forma de amor civil”.

Cultura do ócio

Certamente, a pessoa não é só trabalho, também é preciso repousar, recuperar a “cultura do ócio”, “é desumano” os pais que não brincam com os filhos, disse Francisco. Crianças e jovens devem ter o trabalho de estudar e os idosos deveriam receber uma aposentadoria justa. “As aposentadorias de ouro são uma ofensa ao trabalho, assim como as de baixa renda, porque fazem com que as desigualdades do tempo de trabalho se tornem perenes.”

Novo pacto social

Francisco definiu como “míope” uma sociedade que obriga os idosos a trabalharem por muitos anos e uma inteira geração de jovens sem trabalho. Para isso, é urgente um novo pacto social para o trabalho e indicou dois desafios que o movimento sindical deve enfrentar hoje: a profecia e a inovação.

Profecia

A profecia é a vocação mais verdadeira do sindicato, é “expressão do perfil profético da sociedade”. Mas nas sociedades capitalistas avançadas, o sindicato corre o risco de perder esta natureza profética e se tornar demasiado semelhante às instituições e aos poderes que, ao invés, deveria criticar. Com o passar do tempo, o sindicato acabou por se parecer com a política, ou melhor, com os partidos políticos. Ao invés, se falta esta típica dimensão, a sua ação perde força e eficácia.

Inovação

O segundo desafio è a inovação. Isto é, proteger não só quem está dentro do mercado de trabalho, mas quem está fora dele, descartado ou excluído. “O capitalismo do nosso tempo não compreende o valor do sindicato, porque esqueceu a natureza social da economia. Este é um dos maiores pecados. Economia de mercato: não. Dizemos economia social de mercado, como nos ensinou São João Paulo II.

Mulheres e jovens

Para Francisco, talvez a nossa sociedade não entenda o sindicato porque não o vê lutar suficientemente nos lugares onde não há direitos: nas periferias existenciais, entre os imigrantes, os pobres, ou não entende simplesmente porque, ás vezes, a corrupção entrou no coração de alguns sindicalistas. Não se deixem bloquear. Francisco pediu mais empenho em prol dos jovens, cujo desemprego na Itália é de 40%, e das mulheres, que ainda são consideradas de segunda classe no mercado de trabalho.

Renascer das periferias

Habitar as periferias pode se tornar uma estratégia de ação, uma prioridade do sindicato de hoje e de amanhã, indicou o Papa. “Não existe uma boa sociedade sem um bom sindicato. E não há um bom sindicato que não renasça todos os dias nas periferias, que não transforme as pedras descartadas da economia em pedras angulares. Sindicato é uma bela palavra que provém do grego syn-dike, isto é, “justiça juntos”. Não há justiça se não se está com os excluídos.”


Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 27 de junho de 2017

Em defesa dos Direitos dos Povos Indígenas e do CIMI - Nota da CNBB


CNBB manifesta apoio ao Cimi e denuncia desrespeito a direitos conquistados

Para a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), as acusações recebidas pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) são infundadas e injustas. Em nota divulgada pela presidência da entidade nesta quinta-feira, 22, a Conferência manifesta seu total apoio e solidariedade ao Cimi, alvo da Comissão Parlamentar de Inquérito denominada CPI da Funai e Incra, que indiciou mais de cem pessoas, entre lideranças indígenas, antropólogos, procuradores da República e ligadas ao próprio organismo. No texto, aprovado pelo Conselho Permanente, os bispos ressaltam aumento da violência no campo no período de funcionamento da CPI.
Leia o texto na íntegra:
 NOTA DA CNBB EM DEFESA DOS DIREITOS INDÍGENAS E DO CIMI
O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 20 a 22 de junho de 2017, manifesta seu total apoio e solidariedade ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI) diante das infundadas e injustas acusações que recebeu da Comissão Parlamentar de Inquérito, denominada CPI da Funai e Incra, encerrada no último mês de maio. A CNBB repudia o relatório desta Comissão que indicia mais de uma centena de pessoas: lideranças indígenas, antropólogos, procuradores da república e aliados da causa indígena, entre eles, missionários do CIMI. 
Criado há 45 anos, o CIMI inspira-se nos princípios do Evangelho. Por isso, põe-se ao lado dos povos indígenas, defendendo sua vida, sua dignidade, seus direitos e colaborando com sua luta por justiça, no respeito à sua história e à sua cultura. O indiciamento de missionários do CIMI é uma evidente tentativa de intimidar esta instituição tão importante para os indígenas, e de confundir a opinião pública sobre os direitos dos povos originários.
Em seu longo processo, a CPI desconsiderou dezenas de requerimentos de alguns de seus membros, não ouviu o CIMI e outras instituições citadas no relatório, mostrando-se, assim, parcial, unilateral e antidemocrática. Revelou, dessa forma, o abuso da força do poder político e econômico na defesa dos interesses de quem deseja a todo custo inviabilizar a demarcação das terras indígenas e quilombolas, numa afronta à Constituição Federal. São inadmissíveis iniciativas como o estabelecimento do marco temporal, a mercantilização e a legalização da exploração de terras indígenas por não índios, ferindo o preceito constitucional do usufruto exclusivo e permanente outorgado aos povos.
Chama a atenção que o aumento da violência no campo coincida com o período de funcionamento da CPI da Funai e Incra. Segundo dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT), em 2016 foram registrados 61 assassinatos em conflitos no campo, um aumento de 22% em relação a 2015. As atrocidades ocorridas em Colniza (MT) e Pau D’Arco (PA) elevaram para 40 o número de assassinatos no campo, só neste primeiro semestre de 2017. Levadas adiante, as proposições da CPI podem agravar ainda mais esses conflitos. É preciso que os parlamentares considerem isso ao votarem qualquer questão que tenha incidência na vida dos povos indígenas e demais populações do campo.
Tenha-se em conta, ainda, que as proposições da CPI se inserem no mesmo contexto de reformas propostas pelo governo, especialmente as trabalhista e previdenciária, privilegiando o capital em detrimento dos avanços sociais. Tais mudanças apontam para o caminho da exclusão social e do desrespeito aos direitos conquistados com muita luta pelos trabalhadores e trabalhadoras. 
Ao se colocar na defesa da vida dos povos indígenas, ao lado do CIMI e dos missionários, a CNBB o faz com a convicção de que o “serviço pastoral à vida plena dos povos indígenas exige que anunciemos Jesus Cristo e a Boa Nova do Reino de Deus, denunciemos as situações de pecado, as estruturas de morte, a violência e as injustiças internas e externas” (Documento de Aparecida, 95) que ameaçam os primeiros habitantes desta Terra de Santa Cruz.
O Deus da justiça e da misericórdia ilumine o CIMI e venha em auxílio de nossos irmãos e irmãs indígenas, quilombolas e trabalhadores e trabalhadoras do campo, cuja vida confiamos à proteção de Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Deus e Padroeira do Brasil. 
Brasília, 22 de junho de 2017.

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB
Dom Murilo S. R. Kriger, SCJ
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

segunda-feira, 26 de junho de 2017

CNBB lança documento sobre iniciação à vida cristã


CNBB lança documento sobre iniciação à vida cristã, aprovado na última Assembleia Geral

Está disponível o novo documento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) “Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários”. O texto foi aprovado pela 55ª Assembleia Geral da CNBB e recebe o número de 107 da coleção azul da Conferência. Aos catequistas e responsáveis pela animação pastoral das dioceses e comunidades está disponível um material com slides para trabalhar o texto.
Já no primeiro capítulo o texto apresenta o itinerário a partir do “ícone bíblico” representado pelo encontro de Jesus com a Samaritana retratado no capítulo quatro do Evangelho de São João. Em seis passos o documento apresenta os processos de iniciação ao discipulado de Jesus.
O documento oferece novas disposições pastorais para a iniciação à vida cristã, presente nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora desde 2011. Para os bispos, a dedicação em torno da temática revela o propósito de “buscar novos caminhos pastorais e reconhecer que a inspiração catecumenal é uma exigência atual”. Ela permitirá formar discípulos conscientes, atuantes e missionários.
“A vida cristã é um novo viver que requer um processo de passos de aproximação, mediante os quais a pessoa aprende e se deixa envolver pelo mistério amoroso do Pai, pelo Filho, no Santo Espírito. Ela desperta para novas relações e ações, transformando a vida no campo pessoal, comunitário e social. Essa verdadeira transformação se expressa através de símbolos, ritos, celebrações, tempos e etapas”, escreveu o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, na apresentação do documento.
Para dom Leonardo, o texto “expressa o caminho que a Igreja no Brasil percorre, iluminada pela Palavra de Deus e pelo Documento de Aparecida, aprovado pela V Conferência Geral do Episcopado Latino Americano, realizada há 10 anos. “Assumindo sempre mais as orientações de Aparecida e do papa Francisco, nossas igrejas particulares, nossas comunidades, nossas famílias e todas as pessoas batizadas serão testemunhas da alegria do Evangelho”, acredita dom Leonardo.
Material de apoio
A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB disponibilizou uma coleção de slides para auxiliar as formações. São cinco apresentações relacionadas à introdução e a cada capítulo do texto. O material possui citações de parágrafos do texto e ilustrações que facilitam a compreensão e a didática de exposição por parte dos assessores de encontros formativos.
As cinco apresentações, em formato PowerPoint, estão disponíveis para download aqui
Fonte: CNBB

quinta-feira, 22 de junho de 2017

CNBB lança concurso para o cartaz e o hino da Campanha da Fraternidade 2018



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou a terça-feira, 20, o concurso para a escolha do cartaz da Campanha da Fraternidade 2018. E no dia 21, o edital para a escolha da música tema da campanha.
Com base no tema da CF2018 “Fraternidade e superação da violência” e o lema “Vós sois todos irmãos”, o cartaz da Campanha da Fraternidade deverá conter além da arte, os dizeres do título e do lema. Além disso, é exigido também que a mensagem possa ser lida, entendida e assimilada pelo público a uma razoável distância de 10 metros.
Em relação às características, o edital sugere que a mensagem exposta no cartaz apresente um impacto no público e dê um maior destaque ao tema e, posteriormente, ao lema. Também é proposto que o candidato pense em uma arte que seja viável para ser aplicada além do cartaz como por exemplo, adesivo, camiseta, bonés, mochilas.
As criações deverão ser encaminhadas à sede da CNBB até o dia 20 de julho. O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da CNBB procederá a escolha do cartaz, tendo liberdade para sugerir as modificações necessárias. O autor será premiado com o manual dos subsídios da CF 2017 e terá o nome em todos os textos impressos.
“Os bispos do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) agradecem aos que se sentiram inspirados a partilhar do seu talento para construir o instrumental capaz de fazer chegar ao coração de cada irmão e irmã a mensagem de Jesus, nosso Senhor e Salvador. Por intercessão de Nossa Mãe Aparecida, desça sobre o povo brasileiro a bênção de Deus Pai e Filho e Espírito Santo”.
Confira o edital completo.
Música deve ter caráter convocatório
Encontra-se aberto o Concurso para o Hino da Campanha da Fraternidade (CF) 2018, promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Desta vez, por decisão dos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (CONSEP), o concurso será realizado em um edital, letra e música, simultaneamente, podendo haver parceria entre letristas e músicos.
Conforme o edital do certame, a música deve traduzir, em linguagem poética, os conteúdos do tema: “Fraternidade e superação da violência”, do lema: “Vós sois todos irmãos” (Cf. Mt 23,8) e os objetivos da CF. É necessário também que os candidatos busquem inspiração nas sagradas escrituras e no magistério da Igreja. “A letra deve explorar o caráter convocatório aos cristãos para o engajamento concreto da fé”, diz o edital do concurso.
Os interessados em participar deverão apresentar suas produções de forma escrita, em pauta musical, com indicação de acordes (cifras) para o acompanhamento instrumental. As melodias que não estiverem anotadas na pauta serão desclassificadas. É necessário gravar a música em CD, com ou sem acompanhamento instrumental. O prazo para que as composições sejam enviadas à CNBB é até o dia 31 de julho de 2017.
Confira, aqui, a íntegra do edital e anexos.
Campanha da Fraternidade
Em 1964, em pleno desenvolvimento do Concílio Vaticano II, realizou-se a primeira Campanha da Fraternidade, em âmbito nacional, sob os cuidados da CNBB. Expressão de comunhão, conversão e partilha, a CF tem como objetivos permanentes despertar o espírito comunitário e cristão na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade e renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação evangelizadora, em vista de uma sociedade justa e solidária.
A cada ano, os bispos do Consep da CNBB, acolhendo as sugestões vindas dos regionais da CNBB, das organizações eclesiais, escolhem um tema e um lema para chamar a atenção sobre alguma situação que, na sociedade, precisa de cuidados para o bem de todos. Para o ano de 2018, foi escolhido o tema “Fraternidade e superação da violência” e o lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 28,3). Um dos objetivos este ano é “construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência”.
Fonte: CNBB

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Primeiro Dia Mundial dos Pobres: caridade e solidariedade



Foi publicada, na manhã desta terça-feira (13/6), no Vaticano, a Mensagem do Papa para o Primeiro Dia Mundial dos Pobres, que tem como tema: «Não amemos com palavras, mas com obras».
O Dia Mundial dos Pobres foi instituído por Francisco, na conclusão do Ano Santo extraordinário da Misericórdia, com uma Carta Apostólica intitulada “Misericórdia e mísera”. A celebração, sinal concreto” do Ano Jubilar, se realizará no XXXIII Domingo do Tempo Comum, que este ano cai em 19 de novembro.
O Papa inicia sua Mensagem, com a citação evangélica do tema central: «Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade».
Estas palavras do apóstolo São João – diz Francisco – são um imperativo do qual nenhum cristão pode prescindir. A importância do mandamento de Jesus, transmitido pelo “discípulo amado” até aos nossos dias, tem pleno sentido diante das palavras vazias que saem da nossa boca.
O amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres. Aliás, é bem conhecida a forma de amar do Filho de Deus: “Ele nos amou primeiro, a ponto de dar a sua vida por nós”.
Deste modo, a misericórdia, que brota do coração da Trindade, se concretiza e gera compaixão e obras de misericórdia pelos irmãos e irmãs mais necessitados.
Neste sentido, o Santo Padre fez diversas referências da vida de Jesus, que ecoou, desde o início, na primeira Comunidade eclesial, que assumiu a assistência e o serviço aos pobres, com base no ensinamento do Mestre, que proclamou os pobres “bem-aventurados e herdeiros do Reino dos Céus”.
Contudo, aconteceu que alguns cristãos não deram a devida atenção a este apelo, deixando-se contagiar pela mentalidade mundana. Mas, o Espírito Santo soprou sobre muitos homens e mulheres que, de várias formas, dedicaram toda a sua vida ao serviço dos pobres.
O Papa recordou que, nestes Dois mil anos, numerosas páginas da história foram escritas por cristãos que, com simplicidade e humildade, se colocaram a serviço dos seus irmãos mais pobres.
Aqui, citou alguns nomes que mais se destacaram na caridade, como São Francisco de Assis, testemunha viva de uma pobreza genuína.
O Santo Padre lembra que, para os cristãos, discípulos de Cristo, a pobreza é, antes de tudo, uma vocação; é seguir Jesus pobre; é o metro para avaliar o uso correto dos bens materiais.

O nosso mundo, muitas vezes, não consegue identificar a pobreza dos nosso dias, com suas trágicas consequências: sofrimento, marginalização, opressão, violência, torturas, prisão, guerra, privação da liberdade e da dignidade, ignorância, analfabetismo, enfermidades, desemprego, tráfico de pessoas, escravidão, exílio e miséria. A pobreza é fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada!
Diante deste cenário, não se pode permanecer inertes e resignados, afirmou Francisco. Todos estes pobres – como dizia o Beato Paulo VI – pertencem à Igreja por “direito evangélico” e a obriga à sua opção fundamental.
Por isso, o Papa conclui sua Mensagem para o Dia Mundial dos Pobres convidando toda a Igreja a fixar seu olhar, neste dia, a todos os estendem suas mãos invocando ajuda e solidariedade.
Que este Dia sirva de estímulo para reagir à cultura do descarte, do desperdício e da exclusão e a assumir a cultura do encontro, com gestos concretos de oração e de caridade, para uma maior evangelização no mundo. Os pobres – diz por fim Francisco - não são um problema, mas “um recurso para acolher e viver a essência do Evangelho”. (MT)


Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 13 de junho de 2017

Pastorais da Juventude lançam cartaz da Semana do Estudante 2017



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Acaba de ser lançada, nesta terça-feira (13), a arte que ilustrará a Semana do/a Estudante 2017.
De autoria do artista plástico Aurélio Fred, o cartaz representa a iluminação gráfica da Semana, que será comemorada em agosto.
A atividade, planejada e desenvolvida pelas quatro Pastorais de Juventude da CNBB (PJ, PJE, PJMP e PJR), acontece anualmente durante o mês de agosto, na semana que envolve o dia 11, considerado historicamente como o Dia do/a Estudante no Brasil.
Segundo o artista, o desenho expressa a principal motivação desta Semana: os debates nos quais os grupos serão envolvidos para discutir e se conscientizar a respeito do projeto "Escola sem partido".
"De um lado, em que não há mordaça, é o lado do movimento, da cor, da alegria; e o lado que tem mordaça não há nada, representando algo frio. É uma informação bem direta com o que se pretende com esse projeto", declarou Aurélio.
Nesta edição, a SdE ocorrerá entre os dias 05 e 12 de agosto, e tem como tema "ESCOLA DEMOCRÁTICA: SEM LADO NÃO DÁ" e como lema, a iluminação bíblica do livro de Mateus (5, 10a): "BEM AVENTURADOS OS QUE SOFREM PERSEGUIÇÃO POR CAUSA DA JUSTIÇA".
Todos os anos, as Pastorais elaboram um subsídio de estudos sobre a temática da SdE. O material deste ano - que abordará os temas "Gestão participativa", "Ocupações das escolas" e "Modelo educacional brasileiro" - será lançado no próximo mês, nos sites e redes sociais das Pastorais.
PARA FAZER O DOWNLOAD DO CARTAZ EM ALTA RESOLUÇÃO, ACESSE: https://goo.gl/rpWYn1

Fonte: Pastoral da Juventude Nacional

quarta-feira, 31 de maio de 2017

19º Força Jovem é celebrado em Pedrão


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No dia 28 de maio aconteceu o 19º Força Jovem, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Pedrão. Com a nova organização das Foranias da Arquidiocese de Feira de Santana, o evento agora é organizado pela PJ das Foranias 5, 6 e 7. O evento teve como tema: Juventude – Vida e Missão nesse chão. E como lema “Levantem-se e não tenham medo” Mt 17,7.
O encontrão começou no Parque da Jaqueira, com a acolhida aos participantes. A Mística Inicial ficou com as Paróquias das cidades de Coração de Maria e Irará, e em seguida, começou a caminhada pelas ruas da cidade. Nas paradas, a coordenação do evento recordou a história da PJ Arquidiocesana, que faz 25 anos, a história do Força Jovem, e também o cuidado com os biomas, em especial a Caatinga e a Mata Atlântica, presentes em nossa região. Também foi recordado o Ano Nacional Mariano e a importância das Santas Missões Populares.
Chegando na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, a juventude louvou a Deus com a animação do Ministério JCM (Juventude Cristã Missionária), composto por jovens da Paróquia local. Logo após, foi o momento da Santa Missa, presidida por nosso Arcebispo Emérito, Dom Itamar Vian, OFMCap. O mesmo recordou em sua homilia a necessidade da vivência comunitária para a juventude.

Na parte da tarde, foi o momento das apresentações. O Ministério ACD (Aliança com Deus) foi o primeiro que animou a juventude e toda comunidade, já no espaço do Merdado Municipal. Depois as Paróquias de Irará, Santa Bárbara e Pedrão fizeram apresentações relacionadas ao tema. Para falar um pouco do tema e das Santas Missões Populares, a Norma Adorno, membro do COMIDI e também da Paróquia de Pedrão utilizou-se da Sagrada Escritura. Falou da necessidade de termos jovens e toda a comunidade bem formada e com espírito missionário. E a última atração do dia foi Liz Santana e sua banda, que já tradicionalmente anima esse encontro, trazendo músicas pjoteiras e populares. Por fim, a coordenação arquidiocesana fez os agradecimentos e deu a benção de envio. Fica aqui o nosso agradecimento a toda equipe da PJ Paroquial, que nos acolheu e fez acontecer esse belo evento, bem como a todas as Paróquias que também contribuíram de alguma forma. 
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Com informações de Erik Nascimento, pela coordenação do 19º Força Jovem e Coordenação Arquidiocesana

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Riqueza e diversidade das Igrejas Cristãs devem ser motivos para união



A riqueza e a diversidade das Igrejas Cristãs devem ser motivos para aproximar as diferentes denominações religiosas e não distanciá-las. Essa é a mensagem central do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs (Conic) por ocasião da Semana Nacional de Oração pela Unidade Cristã (SOUC), celebrada de 28 de maio a 4 de junho.
Este ano, a semana conclama a todos os cristãos, de todas as denominações, à unidade. Com o tema “Reconciliação: é o amor de Cristo que nos move – Celebração do 500º Aniversário da Reforma”, a iniciativa é promovida pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil e acontece entre os dias 28 de maio e 04 de junho.
A semana ecumênica também relembra os 500 anos da Reforma Protestante iniciada por Lutero, em 1517, na Alemanha. Em carta divulgada para a ocasião, as Igrejas-membro do Conic destacam, em relação à temática proposta, que o amor de Cristo desperta a reconciliação e que as diferentes formas de expressar a fé em Jesus Cristo são riquezas. No documento, os membros do Conic destacam que a reforma não foi um evento histórico isolado. Ela ocorreu em um contexto de muita efervescência social, política e religiosa.
“O movimento da Reforma não foi isento de conflitos e extremismos religiosos, causados pelos lados envolvidos. É justamente por causa desses conflitos que a palavra reconciliação torna-se central ao refletirmos sobre estes 500 anos”, diz o texto assinado pela Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia, Igreja Anglicana, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e Igreja Presbiteriana Unida do Brasil.
Reconciliação e perdão mútuos
Para dom Francisco Biasin, bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-Religioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Reconciliação é a palavra da Escritura que inspira atitudes concretas de perdão mútuo, de purificação da memória e de instauração de um novo tempo de diálogo, colaboração e testemunho de fraternidade em vista da unidade plena em Cristo.

O bispo lembra que no Brasil, além do Conic, é muito atuante a CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviço) que, como diz o nome, coordena e gerencia serviços de promoção humana e defesa da vida em todas as Igrejas cristãs, através de projetos sustentados com recursos vindos do Brasil e do exterior.
A SOUC é um exercício prático do ecumenismo, uma oportunidade a mais para que as igrejas abordem a questão da reconciliação entre as diferentes denominações cristãs, focando na riqueza e na diversidade que há em cada uma delas e, ao mesmo tempo, conclamando para a necessidade de uma união mais plena.
Segundo o assessor da Comissão para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Marcus Barbosa, a Semana deseja destacar, neste ano de comemoração dos 500 anos da Reforma, a celebração do amor e da graça de Deus por todos. “Amor e graça que nos impulsiona à unidade, à misericórdia, ao diálogo e à diversidade reconciliada”, afirma.
Ainda de acordo com ele, diante das subsequentes e profundas divisões que afligiram à Igreja, a SOUC “é uma oportunidade extraordinária para abertamente assumir as culpas pela divisão entre os cristãos e buscar dar mais alguns passos concretos na direção da reconciliação”, completa o assessor.
Oferta da SOUC – A oferta da SOUC simboliza o comprometimento das pessoas com o ecumenismo. É uma forma concreta de mostrar que se acredita na unidade dos cristãos. Os frutos das ofertas doadas ao longo da Semana são distribuídos, anualmente, da seguinte maneira: 40% para a representação regional do Conic (onde houver), que é destinado a subsidiar reuniões e atividades ecumênicas locais, e 60% para o Conic Nacional, para projetos de maior alcance.
Vale lembrar que a oferta faz parte da celebração, logo, é recomendado que se faça no momento da liturgia. Ofertas também poderão ser recolhidas nos encontros temáticos, durante a Semana. Para outras informações, assim como as contas para depósito, acesse o site do conic: www.conic.org.br
Subsídios – Preparados pela Comissão Ecumênica Alemã, país considerado um dos berços da Reforma, os cadernos da SOUC já podem ser encomendados. No Brasil, o material foi adaptado pelo regional do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) no Rio Grande do Norte. Quem quiser adquirir o material (que é pago), basta encaminhar um e-mail para: conic@conic.org.br. Para baixar o cartaz da Semana, clique aqui!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Nota da CNBB sobre o momento nacional - Pela Ética na Política


Bispos recordam Constituição Federal: “é dever de todo servidor público, principalmente os que detêm elevadas funções, manter conduta íntegra” (Art. 37)

Os membros da Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), emitiram na manhã desta sexta-feira, 19 de maio, uma Nota Oficial com o título “Pela Ética na Política” na qual afirmam que a Conferência está “unida aos bispos e às comunidades de todo o país” e acompanha “com espanto e indignação” as graves denúncias de corrupção política acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal.
Na Nota, os bispos afirmam que “tais denúncias exigem rigorosa apuração, obedecendo-se sempre as garantias constitucionais. Apurados os fatos, os autores dos atos ilícitos devem ser responsabilizados. A vigilância e a participação política das nossas comunidades, dos movimentos sociais e da sociedade, como um todo, muito podem contribuir para elucidação dos fatos e defesa da ética, da justiça e do bem comum”.
“Além disso, é necessário que saídas para a atual crise respeitem e fortaleçam o Estado democrático de direito. Pedimos às nossas comunidades que participem responsável e pacificamente da vida política, contribuam para a realização da justiça e da paz e rezem pelo Brasil”, concluem os membros da Presidência.
Leia a Nota:
Brasília-DF, 19 de maio de 2017
P – Nº 0291/17

Pela Ética na Política
Nota da CNBB sobre o Momento Nacional

“O fruto da justiça é semeado na paz” (Tg 3,18)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, por meio de sua Presidência, unida aos bispos e às comunidades de todo o país, acompanha, com espanto e indignação, as graves denúncias de corrupção política acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo a Constituição, Art. 37, é dever de todo servidor público, principalmente os que detêm elevadas funções, manter conduta íntegra, sob pena de não poder exercer o cargo que ocupa.
Tais denúncias exigem rigorosa apuração, obedecendo-se sempre as garantias constitucionais. Apurados os fatos, os autores dos atos ilícitos devem ser responsabilizados. A vigilância e a participação política das nossas comunidades, dos movimentos sociais e da sociedade, como um todo, muito podem contribuir para elucidação dos fatos e defesa da ética, da justiça e do bem comum.
A superação da grave crise vivida no Brasil exige o resgate da ética na política que desempenha papel fundamental na sociedade democrática. Urge um novo modo de fazer política, alicerçado nos valores da honestidade e da justiça social. Lembramos a afirmação da Assembleia Geral da CNBB: “O desprezo da ética leva a uma relação promíscua entre os interesses públicos e privados, razão primeira dos escândalos da corrupção”.
Recordamos também as palavras do Papa Francisco: “Na vida pública, na política, se não houver a ética, uma ética de referimento, tudo é possível e tudo se pode fazer” (Roma, maio de 2013). Além disso, é necessário que saídas para a atual crise respeitem e fortaleçam o Estado democrático de direito.
Pedimos às nossas comunidades que participem responsável e pacificamente da vida política, contribuam para a realização da justiça e da paz e rezem pelo Brasil.
Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, nos ajude a caminhar com esperança construindo uma nova sociedade.
Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. Ramos Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB