sábado, 28 de setembro de 2013

Campanha Missionária 2013 - “Juventude em Missão”

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Em sintonia com a Campanha da Fraternidade (CF 2013) e a Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio 2013), o tema da Campanha Missionária deste ano é “Juventude em Missão”. O lema tirado do profeta Jeremias: “A quem eu te enviar, irás” (Jr 1, 7b), recorda que Deus continua a chamar e a enviar pessoas para anunciar a Boa Notícia de Jesus a todos os povos. A Missão é a principal razão de ser da nossa Igreja e seus missionários e missionárias representam uma grande riqueza. Pela Campanha Missionária, toda a comunidade cristã é convidada a renovar seu compromisso batismal em conformidade ao mandato de Jesus Cristo, “Ide fazei discípulos todas as nações” (Mt 28, 19).
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Apresentação dos subsídios

No Brasil, as Pontifícias Obras Missionárias (POM), com sede em Brasília (DF), têm a responsabilidade de organizar, todos os anos, a Campanha Missionária, na qual colaboram a CNBB por meio da Comissão para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, a Comissão para a Amazônia e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (COMINA). Todos os itens da Campanha já foram enviados às 276 dioceses e prelazias do Brasil para serem distribuídos entre as paróquias e comunidades.
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Novena Missionária

O livrinho da Novena contém 60 páginas de conteúdo. Para cada dia, o texto apresenta: 1) breve leitura da realidade, 2) iluminação desde a Palavra de Deus, 3) testemunho de jovens missionários, 4) reflexões, 5) orações e 6) convite ao compromisso. O objetivo é criar comunhão com os diversos aspectos da Missão e incentivar para o compromisso.
A Novena pode ser feita pelos grupos de reflexão, grupos de rua, nas casas de família, nas comunidades ou escolas.

Nas páginas centrais a Novena publica também a Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões 2013.

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DVD

Pelo quarto ano consecutivo, a Novena vem acompanhada do DVD com destaque para os testemunhos de jovens missionários atuando em diversas frentes. Essa dinâmica tem ajudado famílias e comunidades a viverem com maior intensidade o Mês das Missões. Onde for possível, sugerimos inserir o DVD no roteiro da Novena, assistindo às narrativas do vídeo, conforme as indicações do livrinho. Pode também ser utilizado durante as homilias dominicais, reuniões das pastorais, conselhos paróquias e comunitários, grupos e movimentos, e até mesmo nos encontros de oração.
Assista aos vídeos abaixo ou direto no Youtube. CLIQUE AQUI

  
  
  
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Cartaz

Destaca o tema da Campanha Missionária 2013: “Juventude em Missão”, e o lema: “A quem eu te enviar, irás” (Jr 1, 7b). A figura do Globo recorda a dimensão Universal da Missão em todos os continentes do mundo. Os jovens a caminho, rumo ao infinito, lembram que, para a Missão além-fronteiras, a Igreja conta com a vitalidade e a generosidade da juventude. Representam ainda os missionários e missionárias que, seguindo o mandato de Jesus, colocam-se a caminho até os confins do mundo.
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Orações dos fiéis

Os quatro Folhetos Dominicais trazem informações sobre o trabalho missionário e orações dos fiéis para as celebrações dos quatro domingos do Mês das Missões. Ajudam a refletir e rezar em sintonia com a Campanha Missionária e podem ser utilizados nas missas, liturgias da Palavra, cultos, reuniões das pastorais, grupos de oração e movimentos.
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Envelopes

O envelope deve ser utilizado exclusivamente para a Coleta do Dia Mundial das Missões, feita no penúltimo domingo do mês de outubro (este ano, dias 19 e 20). As ofertas realizadas em todas as comunidades, paróquias e instituições católicas devem ser integralmente enviadas às Pontifícias Obras Missionárias (POM) que as repassam ao Fundo Universal de Solidariedade para apoiar projetos em todo o mundo.
Fonte: Equipe das POM

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CNBB divulga cartaz e subsídios da Campanha da Fraternidade 2014: “Fraternidade e Tráfico Humano”

cartaz2014Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014 já estão disponíveis nas Edições CNBB. São diversos materiais como o manual, texto base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, cartaz, entre outros. Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
O cartaz da CF 2014, que se encontra disponível para download, traz o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Os demais produtos podem ser adquiridos no site: www.edicoescnbb.org.br ou pelo telefone: (61) 2193.3001.
Baixe aqui o Cartaz da CF 2014.
Entenda o significado do cartaz:
1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.
2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014).
Fonte: CNBB

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Comitê em Defesa dos Territórios frente à Mineração se reúne para discutir encaminhamento de propostas à Câmara

MAB25092013 640x427Os membros do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios frente à Mineração se reuniram nesta quarta-feira, 25 de setembro, na sede da CNBB, em Brasília (DF) para discutir o novo Código da Mineração (PL 5.807/2013), que tramita na Câmara dos Deputados. Participaram da reunião assessores dos deputados que integram a comissão especial da Câmara que analisa o projeto.
O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, padre Ari Antonio dos Reis, representou a CNBB na reunião. Foram debatidas as sugestões de mudança feitas pelo Comitê em vista dos graves problemas sociais e ambientais que resultam da exploração mineral. “O Código em vigor é defasado, mas o que está sendo proposto pelo Poder Executivo traz uma série de retrocessos. Nós queremos avanços, reconhecendo o passivo ambiental e social já causado pela mineração, ao mesmo tempo em que se assume um compromisso formal com a resolução desse passivo”, explica Jarbas Vieira, do Movimento dos Atingidos pela Mineração.
A pressão popular e de parlamentares fez com que a presidente Dilma Roussef retirasse o caráter de urgência constitucional do PL. A decisão, publicada na última segunda-feira, 24 de setembro, é fruto de um acordo com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, que se comprometeu a colocar o projeto em votação no plenário da casa na segunda quinzena de outubro.
“Nosso empenho é fazer com que as nossas sugestões sejam, por meio dos deputados que assinaram a nossa proposta, encaminhadas nessa comissão especial da Câmara. É preciso inserir essas emendas no PL”, explica Jarbas. De acordo com ele, as 18 sugestões do Comitê são interligadas, e visam garantir o compromisso do Estado e das empresas com o meio ambiente, as populações afetadas e a segurança dos trabalhadores.
Fonte: CNBB

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A luta contra a exploração sexual e o tráfico de mulheres e crianças

“O tráfico de pessoas, uma vergonha para nossa sociedade!”, afirma Ir. Gabriela Bottani, da Rede Um Grito Pela Vida, integrante do Grupo de Trabalho de Enfrentamento ao Tráfico Humano da CNBB. Nesta segunda, 23 de setembro, recorda-se o Dia Mundial de Luta contra a exploração sexual e o tráfico de mulheres e crianças.
A data, escolhida em 1999, recorda a lei Palácios, promulgada em 1913, na Argentina, e que foi o primeiro instrumento jurídico criado para punir quem promovesse ou facilitasse a prostituição e corrupção de menores de idade. A partir de então, diversos países também iniciaram ações para proteger a população, sobretudo mulheres e crianças, contra a exploração sexual e o tráfico de pessoas. Acordos e tratados foram assinados em âmbito internacional. O último deles em 2000, o Protocolo de Palermo, relativo à prevenção, repressão e punição do Tráfico de Pessoas. “O diferencial deste documento está na adoção da primeira definição genérica do termo ‘tráfico de pessoas’, abrangendo todas as formas essenciais”, explica a Ir. Gabriela.

A religiosa explica que, neste documento, o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo à ameaça ou uso da força é classificado como tráfico de pessoas. A definição inclui também as formas de coação, o rapto, a fraude, o engano, o abuso de autoridade e a situação de vulnerabilidade e entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra, para fins de exploração. O Protocolo incluiu também a exploração da prostituição e outras formas de exploração sexual, o trabalho ou serviços forçados, escravatura ou práticas similares à escravatura, a servidão e a remoção de órgãos.

O Brasil, como signatário do Protocolo, também adotou em sua legislação o enfrentamento ao tráfico de pessoas. “Hoje temos a oportunidade de avaliar e refletir o caminho realizado no enfrentamento ao tráfico de pessoas, um tema ainda encoberto pela indiferença e silenciado”, afirma Ir. Gabriela.

Desde 2008, com o Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, em alguns estados brasileiros foram criados Núcleos de Enfrentamento ao tráfico de pessoas, que realizam um trabalho de conjunto, promovem debates e propostas de leis e planos de ação. Porém, Ir. Gabriela afirma que o desafio é grande. “Mas em muitos Estados, pouco se fala e se faz. O caminho que temos pela frente é grande e desafiador”.
Neste dia 23 de setembro, diversas iniciativas serão realizadas em todo o país pelos 20 grupos da Rede Um Grito pela Vida. “Desejamos motivar e incentivar a outras iniciativas nesta luta que não pode cessar até que não vejamos a vida efetivamente defendida, garantida, protegida”, incentiva a religiosa.
Fonte: CNBB

domingo, 22 de setembro de 2013

Carta pública ao Papa Francisco: convocação para a defesa da vida na Terra

Carta pública ao Papa Francisco: convocação para a defesa da vida na Terra
A Assembleia da 5ª Semana Social Brasileira reuniu movimentos sociais, pastorais sociais e comunidades, nos dias 2 a 7 de setembro de 2013, em Brasília-DF, Brasil, assumiu solicitar ao Papa Francisco que ele convoque uma Assembleia Global para a Defesa da Vida na Terra. Os cristãos e membros de outras religiões, como também pessoas de boa vontade, através de um abaixo-assinado farão essa solicitação ao Papa. Trata-se de uma convocação global para que urgentemente toda a humanidade possa debater e realizar ações em defesa das pessoas e da Terra.
A 5ª Semana Social é promovida pela Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB– através da Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade Justiça e Paz. O evento, que é um processo em curso desde 2011, analisou a realidade brasileira e global, escutou os clamores populares e celebrou a caminhada dos movimentos sociais e das igrejas, na defesa e na promoção da vida. A Semana Social Brasileira acontece há vinte anos e tem contribuído no debate com a sociedade para proposições de iniciativas para a superação das desigualdades sociais e regionais. É um esforço conjunto das organizações sociais na defesa dos direitos humanos e da natureza como expressão da solidariedade e da profecia cristã.
Informações e adesões com Ir Claudina Scapini – CNBB – SES q 801 CB Cep 70200014 – Brasília- DF – Brasil. E-mail: mobilidadehumana@cnbb.org.br. Ou Francisco Vladimir, assessor de comunicação da 5a Semana Social Brasileira: ssbcomunicacao@cnbb.org.br
Íntegra do abaixo-assinado:
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Carta Pública ao Papa Francisco
Caríssimo Irmão Papa Francisco,
Nós, abaixo-assinados, cristãos e membros de outras religiões, apoiamos a proposta da 5ª Semana Social Brasileira, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), enviando-lhe essa carta pública com um pedido muito especial: que o senhor convoque uma Assembleia Global para a defesa da vida na Terra.
Hoje a vida está ferida de morte pela fome (900 milhões de pessoas no mundo), pela sede (1,2 bilhões não tem água potável e 2,4 bilhões não têm saneamento básico), pelas guerras, pela destruição do meio ambiente (solos, água, biodiversidade, ar) e, sobretudo, paira sobre a humanidade e todas as formas de vida a ameaça assombrosa das mudanças climáticas, motivadas também pela ação inescrupulosa dos grandes grupos econômicos.
O Documento de Aparecida afirma que vivemos não apenas uma época de mudanças, mas uma mudança de época (cf DAp 44). Um sistema consumista e predador como o atual compromete o presente e o futuro para o conjunto da humanidade e toda a comunidade de vida que compõe o planeta.
Quando Deus criou a Terra, a confiou aos homens e mulheres para que “a cultivassem e a guardassem” (cf Gen. 2,15). Após o dilúvio, quando Noé saiu da Arca com seus familiares e todos os animais que nela estavam, Deus fez com eles uma aliança primordial, dizendo-lhes que “de minha parte, vou estabelecer minha aliança convosco e com vossa descendência, com todos os seres vivos que estão convosco, aves, animais domésticos e selvagens, enfim, com todos os animais da Terra que convosco saíram da arca” (cf Gen. 9, 9-10). O apóstolo Paulo afirma que “também a própria criação espera ser libertada da escravidão da corrupção, em vista da liberdade que é a glória dos filhos de Deus” (cf Rom. 8, 21). Deus ama tudo que criou e ordenou-nos que cuidássemos da integridade da criação.
Os povos tradicionais e originários e, ultimamente, os cientistas têm denunciado que todas as formas de vida correm risco na face da Terra. Porém, não existe uma resposta à altura a este desafio no momento da história da parte do mundo político e econômico. Como o senhor tem afirmado, não podemos aceitar passivamente essa globalização da indiferença.
Fazemos-lhe este pedido como uma forma de contribuir com a efetivação de seus gestos, os quais nos interpelam a uma postura de cuidado e proteção da vida ameaçada. Gestos estes expressos em sua ida a Lampedusa, na Jornada Mundial da Juventude no Brasil, na visita aos imigrantes na Itália, no jejum contra as guerras. Reconhecemos que o senhor tem autoridade moral e espiritual para tal convocação.
Esta iniciativa, partindo do senhor, para ouvir os especialistas de todo o mundo, assim como os povos originários impactados pela destruição de seu ambiente, os afetados e refugiados pelas mudanças climáticas, as vítimas da fome e da sede, seguramente será acolhida em todo o Planeta, abrindo caminhos novos para a superação desta situação que aflige a humanidade.
Com profundo respeito e um abraço fraterno, no espírito de São Francisco de Assis, em comunhão com todas as formas de vida e toda a humanidade, apoiamos as iniciativas nas quais o senhor tem se empenhado na defesa e promoção da vida, confirmando nosso pedido nesse abaixo-assinado.
Brasília-DF, 16 de setembro de 2013
Subscrevem:
  • Dom Guilherme Antônio Werlang, Ipameri, Brasil – Bispo Presidente da Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade Justiça e Paz, CNBB.
  • Padre Inácio Neutzing, Porto Alegre, Brasil – Coordenador do Instituto Humanitas Unisinos – IHU.
  • Padre Nelito Dornelas, Brasília, Brasil – Assessor da Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade Justiça e Paz, CNBB.
  • Padre Ari Antonio dos Reis – Brasília, Brasil – Assessor da Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade Justiça e Paz, CNBB.
  • João Pedro Stédile, São Paulo, Brasil – Coordenação Nacional do MST.
  • Roberto Malvezzi, Juazeiro da Bahia, Brasil – Membro da Comissão Pastoral da Terra.
  • Cesar Sanson, Recife, Brasil – Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
  • Ivo Poletto, Goiania, Brasil – Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social
  • Francisco Vladimir, Fortaleza, Brasil – Jornalista
  • Irene Léon, socióloga, Quito (Equador) – ALAI
  • Beverly Keene, socióloga, Buenos Aires (Argentina) – Jubileu Sul
  • Padre Marco Passerini, Fortaleza, Brasil, Pastoral Carcerária
  • Francisco Nobre da Silva, Fortaleza, Brasil, Pastoral do Menor da Arquidiocese de Fortaleza
  • Benimar Oliveira, Fortaleza, Brasil, Pastoral do Menor da Arquidiocese de Fortaleza
  • Sandra Quintela, Rio de Janeiro, Brasil, socioeconomista – Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul/PACS
Organizações
  • Cáritas Brasileira
  • Rede Jubileu Sul Brasil
  • Rede Jubileu Sul Américas
  • Pastoral Carcerária/Regional Nordeste I
Fonte: Caritas Brasileira

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Campanha Missionária 2013 refletirá sobre o tema “Juventude em Missão”

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No ano em que a Igreja no Brasil dá destaque especial para a evangelização da juventude, a Campanha Missionária, que acontece no mês de outubro, também enfatiza o dinamismo dos jovens. Com o lema “A quem eu te enviar, irás” (Jr 1, 7b), a Campanha foi apresentada em coletiva de imprensa, na última quarta-feira, 18, na sede das Pontifícias Obras Missionárias (POM), em Brasília (DF).
“A Igreja é por sua natureza missionária. E esta campanha deseja recordar essa dimensão”, afirma o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Sérgio Braschi. “Pelo batismo e pela Crisma, somos ungidos para levar o Evangelho, levar a missão de Jesus. Essa Campanha quer nos comprometer, de uma maneira concreta, no apoio aos missionários além fronteiras”, completa.
Tal apoio se efetiva por meio da coleta, que será realizada em todas as comunidades no Dia Mundial das Missões, este ano em 20 de outubro. “Estes recursos são importantes: uma pequena parte fica para a organização da Campanha e a manutenção das POM, e a maior parte é enviada para o Fundo Mundial de Solidariedade, em Roma, que financia projetos de ajuda a missões em todo mundo, especialmente na Ásia e na África. São projetos como sustento de dioceses, manutenção de seminários, obras sociais e assistência aos missionários”, explica padre Camilo Pauletti, diretor nacional das POM.
A organização da Campanha no Brasil é de responsabilidade das POM, em parceria com duas Comissões Episcopais da CNBB: a de Ação Missionária e a da Amazônia. Os subsídios foram enviados para as comunidades de todo o país: 190 mil livretos da novena missionária; 22 mil DVD’s com testemunhos; 8 milhões de folhetos com orações para as missas dominicais; 11 milhões de envelopes para a coleta.
“Que todos procurem estes subsídios que já estão nas dioceses e que sejam utilizados da melhor maneira possível”, explica dom Sérgio. Ele também destacou o papel dos Conselhos Missionários Diocesanos e Paroquiais na motivação da Campanha. Todo o material está disponível também no site das POM, e pode ser baixado gratuitamente.
Fonte: CNBB

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

PJ Nordeste 3 realiza Encontro Regional

       Aconteceu entre os dias 6 a 8 de setembro, na cidade de Salvador, o Encontro Regional da Pastoral da Juventude – Regional Nordeste 3 (Bahia e Sergipe). Com o tema: ”Pastoral da Juventude: Na memória dos 40 anos celebramos nossa história”. O encontro foi realizado na Paróquia de São Caetano, no bairro de mesmo nome.
            Este encontro foi nos últimos tempos o com maior representatividade, tanto em relação a número de delegados – mais de 80 jovens e assessores, como também pelo numero de dioceses participantes – 15 das 25 dioceses do regional - e regiões pastorais.O encontro começou na sexta com acolhida da PJ da Arquidiocese de São Salvador. Logo depois houve um momento de retomada da história da PJ em nosso regional, sintonizando também a caminhada de 40 anos da PJ no Brasil. Para este momento foram convidados ex-secretárias/os e ex-assessores e que ajudaram na construção da caminhada da PJ na Bahia e em Sergipe.
            No sábado, logo depois do ofício da manhã, todos os delegados do ERPJ foram participar do Grito dos Excluídos, de Salvador. Foram momentos de suma importância, no qual foram destacadas a temática da Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio de Jovens. As vozes dos/as pjoteiros/as foram somadas a tantas outras vozes, quem além de lutar contra o extermínio da juventude, levaram outras bandeiras de luta.
            Após a participação no Grito, nos reunimos para a mística da tarde, com a ajuda do assessor Joaquim Alberto, da Comissão Nacional de Assessores da PJ que motivou para as próximas atividades na parte da tarde. Logo depois conversamos sobre a realidade de nosso regional, sendo divididos os grupos em regiões pastorais. Neste momento particular das RP’s foi discutido também a articulação da PJ nas regiões pastorais e também nas (arqui)dioceses. Também foram pensados os nomes para assumirem a representação na Coordenação Nacional pelo regional e para a Secretaria Regional.
            Encerramos as atividades do dia com a celebração eucarística, presidida pelo arcebispo de São Salvador e primaz do Brasil Dom Murilo Krieger. Também estiveram presente o Padre João Pedro, que assessora a PJ em Salvador, bem como os padres vocacionistas, que receberam os pjoteiros baianos e sergipanos em sua casa. Além de serem comemorados os 40 anos da PJ no Brasil, também foi rezado os 45 anos da caminhada da PJ na Arquidiocese de São Salvador que também há 45 anos celebra o CrisJovem.
            No domingo as atividades foram iniciadas com o Ofício Divino da Juventude. Ainda na esfera orante houve a partilha das até então Coordenadora Nacional e Secretaria Regional, respectivamente, Deisy Rocha e Michelle Vieira. Logo em seguida, indicados para assumir os dois serviços pastorais se apresentaram e deram suas respostas. Acataram as indicações Murilo Rebouças, da Diocese de Barreiras/BA (representação na Coordenação Nacional) e Bruno Conceição, da Arquidiocese de São Salvador/BA (Secretaria Regional). Houve um segundo momento das regiões pastorais, dessa vez para analisar o Plano Regional da PJ, que após as contribuições, foi aprovado por unanimidade.            Por fim, foi realizado a mística final para oficializar a eleição de Murilo e Bruno nas representações da PJ no Regional Nordeste 3.
Fonte: Teias da Comunicação - Regional Nordeste 3

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Consep promove seminário sobre Documento 104 da CNBB

IMG 8989 640x427 2 612x381Bispos e assessores que fazem parte do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) participam hoje e amanhã, na sede da CNBB, em Brasília (DF), do seminário sobre o Documento 104,Comunidade de comunidades: uma nova paróquia. O evento acontece durante a reunião ordinária do Consep, que teve início hoje e vai até a próxima quinta-feira.
Os padres Leomar Brustolin, Manoel Godoy e José Carlos Pereira irão discorrer sobre os quatro capítulos do Documento 104. Em seguida, os membros do Consep se reunirão em grupos e discutirão o texto, fazendo suas considerações, que devem ser apresentadas até o final da manhã desta quarta-feira.
O documento, publicado pelas Edições CNBB, tem o objetivo de servir de subsídio para a reflexão, bem como o aprofundamento, sobre a vida paroquial. Entretanto, deverá ser enriquecido com as contribuições enviadas pelos regionais e dioceses, até o dia 15 de outubro. Em 2014, será submetido à apreciação e à aprovação dos bispos do Brasil, durante a 52ª Assembleia Geral.
5ª SSB
Entre os diversos assuntos tratados durante a reunião do Conselho Episcopal Pastoral, na manhã de hoje, esteve a 5ª Semana Social Brasileira (5ª SSB). O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, dom Guilherme Werlang, destacou a presença de representantes de diferentes povos no seminário da 5ª SSB, como indígenas, quilombolas, quebradeiras de coco. Ressaltou ainda a capacidade de organização e a consciência desses povos em querer participar da construção do país.
O assessor da Comissão, padre Nelito Dornelas, lembrou as três principais bandeiras assumidas pelos participantes deste seminário. São elas: uma constituinte exclusiva para a reforma política, a defesa dos territórios dos pescadores, quilombolas e indígenas e a carta pública ao papa Francisco, que deverá ser elaborada pelos grupos e movimentos sociais, pedindo a convocação de uma assembleia mundial para discutir a defesa da vida na Terra.
O Seminário da 5ª SSB reuniu cerca de 250 pessoas de todo o Brasil, entre os dias 2 e 5 de setembro, em Brasília.
Pauta do Consep
Entre outros temas previstos na pauta da reunião do Consep estão a Coalização Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas; os trabalhos desenvolvidos pela Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada e a questão da diversidade religiosa.
Fonte: CNBB

domingo, 15 de setembro de 2013

CNBB e entidades entregam documentos sobre Reforma Política à Câmara dos Deputados

CoalizãoA Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e as entidades que fazem parte da Coalização Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas entregam hoje, dia 10, às 14h30, ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, a proposta de projeto de lei de iniciativa popular e o manifesto em prol do fortalecimento dos mecanismos de democracia direta.
Representarão a CNBB, no ato de entrega dos documentos, o presidente e os membros da Comissão Episcopal para a Reforma Política, respectivamente, dom Joaquim Mol, padre José Ernanne Pinheiro, Marcello Lavanere e Carlos Moura.  Também estarão presentes representantes das diferentes entidades que assinaram o manifesto no dia 3 de setembro, durante o lançamento da Coalização Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas, entre elas: a Comissão Brasileira Justiça e Paz, OAB, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Plataforma dos Movimentos Sociais, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Central Única dos Trabalhadores, UNE, Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs e a Frente Parlamentar pela Reforma Política.
O objetivo da Coalizão é fazer com que a proposta de projeto de lei sobre Reforma Política entre na pauta do Congresso ainda este mês e que já valha para as eleições de 2014. Para tanto, será preciso envolver a sociedade no debate e buscar mais de 1,5 milhão de assinaturas para o projeto.
Fonte: CNBB

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

CNBB lança subsídio virtual do DNJ

“Jovem: levante-se, seja fermento!”. O tema do Dia Nacional da Juventude 2013 chama a juventude à missão. E é com esse horizonte que grupos de jovens de todo o Brasil estão se preparando para o DNJ. Mas até que a celebração aconteça diversas atividades serão realizadas. Para contribuir nesses momentos de celebração a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude lançou o subsídio de preparação. Além de roteiro para três encontros, o livro traz o histórico do DNJ e uma proposta de celebração missionária.
A data é tradicionalmente celebrada pela Pastoral da Juventude no último final de semana de outubro. 
Em muitas dioceses do Brasil é a Pastoral da Juventude quem organiza o evento, que hoje é partilhado também com outros movimentos juvenis da Igreja. O material completo pode ser baixado no link abaixo. Utilize no seu grupo e faça o DNJ acontecer!


 Fonte: Teias da Comunicação (pj.org.br)

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Carta compromisso da 5ª Semana Social Brasileira

A assembleia da 5ª Semana Social, promovida pela Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida no Centro Cultural de Brasília-DF, de 2 a 5 de setembro de 2013, analisou a realidade brasileira e global, escutou os clamores populares e celebrou a caminhada dos movimentos sociais e das igrejas, na defesa e na promoção da vida.
Este processo, que acontece há vinte anos, tem contribuído no debate com a sociedade para proposições de iniciativas para a superação das desigualdades sociais e regionais.
É um esforço conjunto das organizações sociais na defesa dos direitos humanos e da natureza como expressão da solidariedade e da profecia cristã.
É exigência da fé, amar a Deus e ir ao encontro do outro, sobretudo, dos pobres e necessitados. Pois “os pobres são os juízes da vida democrática de uma nação” (Exigências Éticas da Ordem Democrática, nº 72, CNBB, Doc nº 42, 1989).
As manifestações de rua que acontecem no país desde junho deixam um alerta para a sociedade. Não é mais possível negar os direitos e a participação dos cidadãos/as invisibilizados/as.
O modelo desenvolvimentista assumido pelo Estado Brasileiro atual, baseado em políticas compensatórias, submete a nação às determinações da mundialização neoliberal em crise, reprimariza a economia, explorando os bens naturais e humanos para a exportação, transformando-os em commodities. Este modelo viola o direito dos povos e ameaça a vida do planeta, impactando as comunidades rurais e urbanas, as classes trabalhadoras e a população em geral.
A 5ª Semana Social Brasileira, ao debater sobre o Estado para que e para quem, procurou dar vez e voz ao conjunto da sociedade, bem como dos povos e comunidades impactadas pelas políticas do Estado, em sintonia com os clamores das ruas e suas reivindicações. Estes são novos sujeitos políticos no processo de construção da sociedade e do Estado do Bem Viver, conviver, pertencer e ser. Seus fundamentos são a solidariedade, a fraternidade e a sustentabilidade para garantir vida plena às gerações presentes e futuras.
Reconhecemos os avanços que a sociedade conquistou nas últimas décadas, conscientes de que essas vitórias estão ameaçadas pelo desmonte constitucional. Por isso, comprometemos-nos na refundação de um Estado de inclusão e de igualdade social. O protagonismo dos movimentos sociais garantirá um Estado que se fundamente na democracia direta, participativa e representativa. Acreditamos nos sinais de esperança presentes na sociedade e nas igrejas que apontam para um novo Estado e uma nova sociedade.
Para construir o Estado que queremos, assumimos os seguintes compromissos:
1) Defender o trabalho para todos/as. Trabalho digno e não precarizado. Nenhum direito a menos. Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução dos salários como repartição dos abusivos ganhos de produtividade do capital. Reaparelhamento do aparato fiscalizador do Ministério do trabalho. Fortalecer a Economia Popular Solidária como uma política de Estado.
2) Promover a formação para a cidadania, apoiando a proposta da Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas e da convocação de um plebiscito para uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva. Participar da campanha saúde +10; 10% do orçamento da União para a educação e os demais direitos sociais; contra a privatização dos serviços públicos.
3) Retomar e fortalecer a metodologia das Assembleias Populares, com a criação de Tribunais Populares, pela democratização do Judiciário e do acesso à justiça e a reestruturação do Sistema de Segurança pública, visando à construção de um Estado defensor dos direitos humanos e ambientais.
4) Apoiar a Reforma Agrária, a agricultura familiar e agroecológica; o reconhecimento dos territórios dos Povos Originários e Comunidades Tradicionais: camponeses, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pescadores artesanais, extrativistas, recicladores, e demais grupos sociais fragilizados, cujos direitos são garantidos pela Constituição Federal e que não são cumpridos.
5) Fortalecer a Campanha pela Democratização dos Meios de Comunicação Social e participar de fóruns específicos.
6) Garantir a efetivação dos Conselhos de Juventudes para o controle social das políticas públicas; assumir a campanha contra o extermínio de jovens, principalmente pobres e negros; contra a redução da maioridade penal e a violência às mulheres.
7) Incentivar políticas de defesa civil, com participação da sociedade, para a prevenção dos impactos socioambientais dos projetos desenvolvimentistas e a proteção e garantia de direitos das populações afetadas.
8) Exigir do Governo Federal a implementação do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil e que haja sua efetiva participação.
9) Incentivar a criação e o fortalecimento dos fóruns populares que monitoram e propõem políticas urbanas nos bairros, nas regiões administrativas e nos municípios.
10) Informar e mobilizar a sociedade sobre a gestão dos recursos públicos, participando de campanhas pela revisão da distribuição orçamentária da União; por uma reforma tributaria progressiva e participativa; contra uma política de endividamento público e de gestão do orçamento social e ambiental irresponsável. Exigir do governo o fim dos leiloes do petróleo, pela plena reestatização da Petrobras, bem como a auditoria da dívida pública, conforme o artigo 26 das Disposições Transitórias da Constituição Federal.
Dentre estes compromissos, destacamos a urgência pela:
1- Reforma política
2- Demarcação das Terras Indígenas, dos Territórios Tradicionais, dos Quilombolas e Pesqueiros
3- Solicitar ao papa Francisco que convoque um evento internacional sobre a Vida no Planeta
Apoiamos a reforma política que garanta a soberania popula; a Campanha da Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas; a convocação do Plebiscito Popular para uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva; a Campanha pela Demarcação dos Territórios Tradicionais e Pesqueiros.
Concluímos afirmando nosso apoio ao papa Francisco na renovação da Igreja.
Brasília – DF, 5 de setembro de 2013

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Grito dos Excluídos ecoa em Feira de Santana

Com o lema ‘Juventude que ousa lutar constrói o projeto Popular’, foi realizado neste sábado (7), feriado da Independência, a 19ª Edição do Grito dos Excluídos em Feira de Santana. A concentração aconteceu na frente dos Correios, bem no local da saída também do desfile oficial. 

Participaram desta edição do Grito várias pastorais de cunho social, bem como movimentos sociais e militantes de sindicatos. O Grito deste ano teve como inspiração o protagonismo juvenil, que juntamente com todos os que lutam pela vida de nosso povo, querem fazer e pôr em prática um Projeto Popular para o Brasil. 

Esse ano a ousadia própria de quem tem um espírito jovem tomou conta dos manifestantes do Grito. Não deixamos que nos colocassem pra trás do desfile e não paramos nosso caminho! Aproveitamos portanto enquanto passávamos na frente do palanque armado pras "autoridades" do município e denunciamos as injustiças que ocorrem em Feira de Santana e região.

As pautas (gritos) principais da nossa marcha foram:
  • Chega de violência e extermínio da juventude negra e da periferia!
  • Não à redução da maioridade penal!
  • Não à privatização e terceirização da saúde pública! (em especial os hospitais Clériston Andrade e da Criança)
  • Pelo Plano Municipal de Juventude e Conselho de Juventude Municipal!
Outros grupos também se juntaram ao nosso Grito, e claro puderam deixar seu recado, sua mobilização e denúncia. Todos os movimentos sociais, pastorais e sindicatos são convocados a participar da reunião de avaliação do 19º Grito dos Excluídos (ainda será marcada), onde também podem ser propostas as próximas atividades para a nossa contínua mobilização pelo Projeto Popular e pela classe trabalhadora! 

Juventude que ousa lutar, constrói o projeto popular!



Autoria: Erik Nascimento (Pastoral da Juventude / Articulação do Grito)



sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Grito dos Excluídos ocorre amanhã em várias regiões do país

Grito dos Excluídos ocorre amanhã em várias regiões do país
Com o objetivo de chamar a atenção de toda a sociedade para os problemas enfrentados pela população, a 19ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas traz esse ano a temática juventude que evidenciará e denunciará a situação dos jovens, principalmente os encarcerados e os exterminados no Brasil.
Os assassinatos de jovens aumentaram 580% nos últimos dez anos. No Brasil, 32 jovens de até 19 anos são assassinados todos os dias, segundo Mapa da Violência 2012. Por ano, são registrados cerca de 50 mil homicídios e desse total, mais de 40% das vítimas são jovens, principalmente os que vivem nas periferias em sua maioria negros e negras.
O Grito, promovido pelos movimentos sociais ligados à Igreja Católica, ocorre todos os anos no dia 7 de setembro e em 2013 atinge mais de mil cidades. Neste ano o Grito dos Excluídos e Excluídas espera ganhar força com a adesão de manifestantes que, desde junho, protestam nas ruas contra as injustiças, a violência e a corrupção.
Veja a organização do Grito em várias regiões do país CLIQUE AQUI
“Esperamos que nenhum grupo se aproveite das manifestações para fazer baderna, porque o Grito dos Excluídos tem objetivos claros e nunca registrou violência”, disse Luciene Andreoli, da coordenação nacional do movimento em entrevista coletiva realizada na última semana, na sede regional da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF).
por Thays Puzzi, assessora de Comunicação da Cáritas Brasileira | Secretariado Nacional, com informações da Agência Estado

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

5ª SSB aponta compromissos para os desafios do Estado brasileiro

999593_567538906635536_1802073138_nNesta quarta-feira (04/09), terceiro dia da 5ª Semana Social Brasileira (SBB), foram realizadas dez oficinas temáticas. O objetivo foi elaborar e propor os compromissos que serão votados e assumidos na SSB.
Durante a manhã, os participantes, divididos em grupos, discutiram nas oficinas os temas: Estado e Trabalho; Estado e Direitos sociais; Estado, Violência e Direitos Humanos; Estado, territórios, povos e comunidades tradicionais; Estado e Meios de Comunicação; Estado e Juventudes; Estado e Meio ambiente; Estado e Sociedade Civil: marco regulatório; Estado e Reforma Urbana; Estado e Dívida Pública.
Na plenária, os relatores das oficinas contextualizaram os principais compromissos. Dentre alguns dos pontos apresentados está a importância do Estado brasileiro garantir o controle democrático e transparente em relação ao uso dos recursos públicos, realizar a reforma do judiciário e a democratização do acesso à justiça, e assumir o compromisso com a implementação do Plano Nacional de Direitos Humanos.
O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, padre Nelito Dornelas, explicou qual a proposta das oficinas. “Cada oficina apontou três compromissos para enfrentar os desafios do Estado que nós não queremos ou do Estado que temos e não atende as demandas específicas da sociedade. Agora, esses 30 eixos norteadores seguem para as 18 regionais da CNBB, que vão apontar quais os mais pertinentes e quais vão ser assumidos localmente. Ao mesmo tempo, os regionais vão apontar um desafio que a 5ª Semana Social Brasileira deve assumir enquanto processo nacional e, a partir de uma votação em plenária, quais serão levantados como bandeira de luta em nível nacional”, explicou o assessor.
Ao término do evento, terá a leitura e a aprovação de uma carta com os compromissos da 5ª SSB. Com o tema “Estado para que e para quem?”, e o lema “Participação da sociedade no processo de democratização do Estado brasileiro”, o evento reúne movimentos sociais, pastorais sociais, igrejas e instituições parceiras do país até próxima quinta-feira (05/09), no Centro Cultura de Brasília (CCB).
Por: Chirliana Souza/Ascom-PMBCN
Fonte: Site da Semana Social Brasileira