Olá povo pjoteiro da Arquidiocese de Feira de Santana, e todos os jovens que acessam nosso blog! Aqui está uma notícia muito importante para a nossa Igreja particular, que celebra seu Jubileu de Ouro, e toda nossa linda Juventude! Entre os dias 22 e 24 de Dezembro, a Cruz e o Ícone da Jornada Mundial da Juventude, irão ficar conosco, nessas terras dedicadas à Sant'Ana. Então nos preparemos pra esse grande evento em que seremos os protagonistas!
Segue abaixo a carta do bispo responsável pelo Setor Juventude de nosso Regional BA/SE, que fala um pouco desse peregrinar em nossas dioceses.
Salvador, 26 de setembro de 2011
Caros Sr. Padres, Religiosos(as) e Leigos(as).
Encarregados da Peregrinação da Cruz da JMJ.
Fizeram parte da Equipe: D. José Valmor Cesar Teixeira, Bispo de Bom Jesus da Lapa e referencial da Juventude do NE3, P. Gilvan Ivo Cerqueira dos Santos, assessor da Pastoral da Juventude do NE3, P. Lázaro Silva Muniz, coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Salvador e Maria Inês de Souza Santos, secretária do Regional NE3.
Apresentamos, a seguir o itinerário traçado para a passagem da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora pelas (Arqui) Dioceses de nosso Regional NE3. Foi um trabalho árduo e demorado.
Junto com o Itinerário, seguem várias orientações, algumas vindas da CNBB Nacional – Setor Juventude, para o bom andamento do itinerário. Cada responsável deve ler com atenção as orientações dadas, como também, se precisar, pedir orientações e esclarecimentos à secretaria do Regional NE3.
Haverá uma importante reunião, ainda preparatória dos eventos, com os Bispos do Regional e com os responsáveis da cruz de cada Diocese, no dia 08 de novembro, durante nossa Assembléia Regional, com a presença de pessoal da CNBB Nacional.
BOTE FÉ, é o grito da JMJ no Brasil. É o que esperamos de cada responsável por este processo preparatório da JMJ.
Bispo Referencial Setor Juventude NE3







Nesta segunda-feira, 5, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que já passam de quatro milhões de pessoas em situação de fome na Somália, África. De acordo com a ONU, a ajuda que chega ao país ainda é insuficiente para amenizar a seca que afeta o chamado Chifre da África, região no nordeste do continente que compreende Somália, Uganda, Etiópia, Quênia, Djibuti e Eritréia. Cerca de 750 mil pessoas correm o risco de morrer nos próximos quatro meses, informou ainda a Unidade de Análises da ONU para a Segurança Alimentar e a Nutrição (FSNAU). A crise na Somália já matou 30 mil crianças de fome.
Até o dia 15 de setembro, o site oficial da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, o Jovens Conectados, está recebendo sugestões a respeito dos assuntos a serem abordados pela Campanha da Fraternidade de 2013, cujo tema será "Fraternidade e Juventude".
“Desconhecer as Escrituras é desconhecer o Cristo”, com essa frase, de São Jerônimo, que a Igreja celebra, nesse mês de setembro, o Mês da Bíblia. Neste ano, o estudo proposto pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), será o Livro do Êxodo, capítulos 15,22 a 18,27, que é conhecido como o “Livro da Travessia”.
Ao longo desta semana, de 1º a 7 de setembro, todas as regiões do país celebram a 17ª edição do Grito dos Excluídos, cujo lema é “Pela vida grita a terra... Por direitos todos nós”. Trata-se de um conjunto de manifestações populares carregada de simbolismo, aberta às pessoas, grupos, entidades, Igrejas e movimentos sociais comprometidos.
Realizado desde 1995, o Grito dos Excluídos teve origem no então Setor Pastoral Social da CNBB, cujo presidente na época, era o bispo de Jales (SP), dom Luiz Demétrio Valentini. Para ele, os 17 anos de realização do Grito mostram sua força e modelo eficiente para propor discussões em torno dos problemas sociais do país. O bispo elenca algumas das bases que sustentam a mobilização por tantos anos.
O membro da coordenação nacional do Grito dos Excluídos, Ari Alberti, destaca que o Grito tem um papel muito forte de conscientização e envolvimento da população brasileira. “É uma forma de dizer que não queremos apenas ver no dia da pátria, passivamente, o desfile de soldados e armas de guerra, mas queremos participar e exigir os nossos direitos e uma sociedade igual para todos”. Segundo Alberti, o evento tem crescido nos últimos anos e recebido adesão de muitas cidades, como exemplo o município de Jundiaí, no interior de São Paulo, que vai realizar o Grito pela primeira vez.