sábado, 11 de fevereiro de 2012

AJURI: Conhecendo as realidades indígena, ribeirinha, quilombola e rural



“Sou uma pessoa marcada para morrer, mas por uma causa justa a gente morre…”
(Marçal de Souza Tupã-i)
Por que pensar em AJURI?
A diversidade cultural e social é um desafio constante para nossa prática pedagógica pastoral. A presença de diversos grupos indígenas espalhados por todo o território e populações que vivem às margens dos rios que são conhecidas como ribeirinhas, têm desafiado a Pastoral da Juventude, porque os clamores destes jovens têm chegado aos nossos ouvidos. Embora, nestes mais de 30 anos de evangelização, nossa maior experiência tenha sido a realidade urbana, há as realidades indígenas, ribeirinhas, quilombolas que exigem nossa atuação pastoral.
É preciso integrar a realidade desses jovens, seu modo de viver e ver o mundo ao conjunto de nossas reflexões e ações. Eles exigem uma aproximação e queremos buscar em Jesus o modelo da encarnação para a construção de uma pedagogia que respeite essas realidades.
A identidade das culturas dessas populações tradicionais enriquecerá a todos nós. Sabemos que alguns indígenas, quando migram para a cidade, vivem consumidos pelo álcool por causa da falta de referência. Também são altos os índices de suicídios em algumas comunidades indígenas, sem contar com o preconceito vivido por essas populações no confronto com a sociedade dita “civilizada”.

Fonte: pj.org.br ou Subsídio de Estudo Somos Igreja Jovem (ver com a Coordenação Arquidiocesana)

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